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Sul de Minas

Projeto troca recicláveis por 'dinheiro' em Lambari

Publicado por TV Minas em 18/10/2015

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Moeda social 'Lambareco' vale ainda para adquirir brinquedos para crianças. Material recolhido é vendido e dinheiro doado para comunidade carente.

 

Três latinhas ou duas garrafas pet: esta é a cotação do “Lambareco”, moeda social criada para trocar recicláveis por "dinheiro de mentirinha". Com ele, moradores de Lambari (MG) podem adquirir alimentos, roupas e até brinquedos. O projeto foi criado como uma forma de beneficiar os doadores que ajudam a destinar corretamente o material reciclável.

 

A ideia foi desenvolvida pela pastoral de um colégio de Varginha (MG) que realiza missões solidárias. Com isso, além da assistência social, eles encontraram uma forma de dar o destino certo ao lixo reciclável.

 

"Durante 15 anos essa missão aconteceu no Norte de Minas e há três anos nós estamos fazendo essa missão em Lambari", conta Daiana Paula Bertoldo.

 

O projeto funciona assim: após juntar o máximo de recicláveis, os moradores podem trocar o material pelo "dinheiro", e aí, escolher o que "comprar" entre alimentos, roupas e brinquedos. "Se fosse uma pessoa para juntar recicláveis para vender, não conseguiria comprar comida, porque é muito barato: R$ 2 o quilo. Com a feira, um pouco de latinhas, um saco, você compra muito", conta uma das "clientes" no local.

 

O material recolhido é vendido para uma cooperativa de recicláveis e o dinheiro, doado para a pastoral da comunidade. "Uma coisa que vai pro lixo e pode ser útil pra gente", diz a dona de casa Cleonice Carneiro da Silva.

 

O projeto ainda oferece oficina de pintura, teatro e brincadeiras para as crianças da Comunidade São Vicente de Paula, em Lambari. Cerca de 100 famílias já foram beneficiadas pela iniciativa.
"Trouxe crescimento, ânimo, trouxe alegria para todos os membros da comunidade que participam aqui", comenta a coordenadora da comunidade, Maria Aparecida Barros Silva.

 

Moeda social 'Lambareco' vale ainda para adquirir brinquedos para crianças. Material recolhido é vendido e dinheiro doado para comunidade carente.


 


Três latinhas ou duas garrafas pet: esta é a cotação do “Lambareco”, moeda social criada para trocar recicláveis por "dinheiro de mentirinha". Com ele, moradores de Lambari (MG) podem adquirir alimentos, roupas e até brinquedos. O projeto foi criado como uma forma de beneficiar os doadores que ajudam a destinar corretamente o material reciclável.


 


A ideia foi desenvolvida pela pastoral de um colégio de Varginha (MG) que realiza missões solidárias. Com isso, além da assistência social, eles encontraram uma forma de dar o destino certo ao lixo reciclável.


 


"Durante 15 anos essa missão aconteceu no Norte de Minas e há três anos nós estamos fazendo essa missão em Lambari", conta Daiana Paula Bertoldo.


PATROCINADORES

 


O projeto funciona assim: após juntar o máximo de recicláveis, os moradores podem trocar o material pelo "dinheiro", e aí, escolher o que "comprar" entre alimentos, roupas e brinquedos. "Se fosse uma pessoa para juntar recicláveis para vender, não conseguiria comprar comida, porque é muito barato: R$ 2 o quilo. Com a feira, um pouco de latinhas, um saco, você compra muito", conta uma das "clientes" no local.


 


O material recolhido é vendido para uma cooperativa de recicláveis e o dinheiro, doado para a pastoral da comunidade. "Uma coisa que vai pro lixo e pode ser útil pra gente", diz a dona de casa Cleonice Carneiro da Silva.


 


O projeto ainda oferece oficina de pintura, teatro e brincadeiras para as crianças da Comunidade São Vicente de Paula, em Lambari. Cerca de 100 famílias já foram beneficiadas pela iniciativa.
"Trouxe crescimento, ânimo, trouxe alegria para todos os membros da comunidade que participam aqui", comenta a coordenadora da comunidade, Maria Aparecida Barros Silva.


 


Moeda social 'Lambareco' vale ainda para adquirir brinquedos para crianças. Material recolhido é vendido e dinheiro doado para comunidade carente.



Três latinhas ou duas garrafas pet: esta é a cotação do “Lambareco”, moeda social criada para trocar recicláveis por "dinheiro de mentirinha". Com ele, moradores de Lambari (MG) podem adquirir alimentos, roupas e até brinquedos. O projeto foi criado como uma forma de beneficiar os doadores que ajudam a destinar corretamente o material reciclável.



PATROCINADORES

A ideia foi desenvolvida pela pastoral de um colégio de Varginha (MG) que realiza missões solidárias. Com isso, além da assistência social, eles encontraram uma forma de dar o destino certo ao lixo reciclável.



"Durante 15 anos essa missão aconteceu no Norte de Minas e há três anos nós estamos fazendo essa missão em Lambari", conta Daiana Paula Bertoldo.



PATROCINADORES

O projeto funciona assim: após juntar o máximo de recicláveis, os moradores podem trocar o material pelo "dinheiro", e aí, escolher o que "comprar" entre alimentos, roupas e brinquedos. "Se fosse uma pessoa para juntar recicláveis para vender, não conseguiria comprar comida, porque é muito barato: R$ 2 o quilo. Com a feira, um pouco de latinhas, um saco, você compra muito", conta uma das "clientes" no local.



O material recolhido é vendido para uma cooperativa de recicláveis e o dinheiro, doado para a pastoral da comunidade. "Uma coisa que vai pro lixo e pode ser útil pra gente", diz a dona de casa Cleonice Carneiro da Silva.



O projeto ainda oferece oficina de pintura, teatro e brincadeiras para as crianças da Comunidade São Vicente de Paula, em Lambari. Cerca de 100 famílias já foram beneficiadas pela iniciativa.
"Trouxe crescimento, ânimo, trouxe alegria para todos os membros da comunidade que participam aqui", comenta a coordenadora da comunidade, Maria Aparecida Barros Silva.



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