news:

Notícias

Brasil perdeu 1,5 milhão de vagas formais de trabalho em 2015

Publicado por TV Minas em 16/09/2016

foto_principal.jpeg

Segundo os dados da Rais, divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira, esse é o pior desempenho desde 1985, quando começa a série histórica.

 

O Brasil perdeu 1,51 milhão de vagas formais de emprego em 2015, segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. Esse é o pior resultado desde 1985, quando começa a série histórica do indicador.

 

O recuo em relação a 2014 foi de 3,05%. Com isso, o número de trabalhadores com emprego com carteira assinada passou de 49,6 milhões para 48,1 milhões de um ano a outro.

 

Ao todo, 8,3 milhões de estabelecimentos declaram a RAIS no país. Segundo o Ministério do Trabalho, esse universo de declarantes da RAIS é mais abrangente que o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), já que, além do contingente de empregos formais do setor privado, abrange também o de estatutários do setor público.

 

Os salários também caíram. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio foi de 2.655,60 reais, montante 2,56% menor que os 2.725,28 reais do mesmo mês do ano anterior.

 

O número de empregos formais cresceu apenas em três Estados: Piauí (0,67%), Acre (2,14%) e Roraima (2,38%). Por região, as maiores quedas ocorreram no Sudeste (recuo de 3,63%) e no Nordeste (-2,56%).

 

Na análise por setores, houve crescimento apenas na agricultura, segundo os dados da Rais, com acréscimo de 1,41%, o equivalente a 20.900 postos. A indústria de transformação, com queda de 7,39%, ou 604.100 vagas, foi a que mais perdeu postos em termos absolutos.

Segundo os dados da Rais, divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira, esse é o pior desempenho desde 1985, quando começa a série histórica.


 


O Brasil perdeu 1,51 milhão de vagas formais de emprego em 2015, segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. Esse é o pior resultado desde 1985, quando começa a série histórica do indicador.


 


O recuo em relação a 2014 foi de 3,05%. Com isso, o número de trabalhadores com emprego com carteira assinada passou de 49,6 milhões para 48,1 milhões de um ano a outro.


 


PATROCINADORES

Ao todo, 8,3 milhões de estabelecimentos declaram a RAIS no país. Segundo o Ministério do Trabalho, esse universo de declarantes da RAIS é mais abrangente que o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), já que, além do contingente de empregos formais do setor privado, abrange também o de estatutários do setor público.


 


Os salários também caíram. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio foi de 2.655,60 reais, montante 2,56% menor que os 2.725,28 reais do mesmo mês do ano anterior.


 


O número de empregos formais cresceu apenas em três Estados: Piauí (0,67%), Acre (2,14%) e Roraima (2,38%). Por região, as maiores quedas ocorreram no Sudeste (recuo de 3,63%) e no Nordeste (-2,56%).


 


Na análise por setores, houve crescimento apenas na agricultura, segundo os dados da Rais, com acréscimo de 1,41%, o equivalente a 20.900 postos. A indústria de transformação, com queda de 7,39%, ou 604.100 vagas, foi a que mais perdeu postos em termos absolutos.


Segundo os dados da Rais, divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira, esse é o pior desempenho desde 1985, quando começa a série histórica.



O Brasil perdeu 1,51 milhão de vagas formais de emprego em 2015, segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. Esse é o pior resultado desde 1985, quando começa a série histórica do indicador.



O recuo em relação a 2014 foi de 3,05%. Com isso, o número de trabalhadores com emprego com carteira assinada passou de 49,6 milhões para 48,1 milhões de um ano a outro.



PATROCINADORES

Ao todo, 8,3 milhões de estabelecimentos declaram a RAIS no país. Segundo o Ministério do Trabalho, esse universo de declarantes da RAIS é mais abrangente que o do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), já que, além do contingente de empregos formais do setor privado, abrange também o de estatutários do setor público.



Os salários também caíram. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio foi de 2.655,60 reais, montante 2,56% menor que os 2.725,28 reais do mesmo mês do ano anterior.



O número de empregos formais cresceu apenas em três Estados: Piauí (0,67%), Acre (2,14%) e Roraima (2,38%). Por região, as maiores quedas ocorreram no Sudeste (recuo de 3,63%) e no Nordeste (-2,56%).



Na análise por setores, houve crescimento apenas na agricultura, segundo os dados da Rais, com acréscimo de 1,41%, o equivalente a 20.900 postos. A indústria de transformação, com queda de 7,39%, ou 604.100 vagas, foi a que mais perdeu postos em termos absolutos.



Veja Também