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Ciência & Tecnologia

Maior radiotelescópio do mundo começa a funcionar na China

Publicado por TV Minas em 26/09/2016

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FAST vai vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra.

 

O maior radiotelescópio do mundo começou a funcionar no último domingo, no sudoeste da China. O objetivo é vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra, bem como pulsares distantes (estrelas de nêutrons altamente magnetizadas). Graças ao seu tamanho, o radiotelescópio também é capaz de detectar ondas gravitacionais de baixa frequência.

 

Chamado pelos cientistas de Five Hundred Meter Aperture Spherical Telescope (FAST, na sigla em inglês), o telescópio está localizado em uma região rural da província chinesa de Guizhou, no Sudoeste do país. A bandeja esférica de 500 metros de diâmetro é formada por 4.450 painéis– cobrindo uma superfície equivalente a 30 campos de futebol. O tamanho supera o de Arecibo (Porto Rico), que com seus 305 metros de diâmetro era, desde 1963 até este ano, o maior radiotelescópio do mundo.

 

A construção do novo equipamento foi feita em uma região propícia a pesquisas astronômicas, pois o relevo de Guizhou protege o radiotelescópio de perturbações eletromagnéticas. Em fevereiro deste ano, as autoridades locais deslocaram 9.000 pessoas que viviam em um raio de cinco quilômetros de distância do radiotelescópio para preservar a estabilidade ambiental das ondas eletromagnéticas do aparelho. Grande parte dos moradores afirmou que as indenizações foram muito pequenas.

 

Feito em tempo recorde, cinco anos, o FAST custou 180 milhões de dólares (cerca de 600 milhões de reais). Os investimentos aceleram o programa espacial do país, que pretende colocar em órbita uma estação permanente antes de 2020, a fim de enviar um homem à Lua.

FAST vai vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra.


 


O maior radiotelescópio do mundo começou a funcionar no último domingo, no sudoeste da China. O objetivo é vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra, bem como pulsares distantes (estrelas de nêutrons altamente magnetizadas). Graças ao seu tamanho, o radiotelescópio também é capaz de detectar ondas gravitacionais de baixa frequência.


 


PATROCINADORES

Chamado pelos cientistas de Five Hundred Meter Aperture Spherical Telescope (FAST, na sigla em inglês), o telescópio está localizado em uma região rural da província chinesa de Guizhou, no Sudoeste do país. A bandeja esférica de 500 metros de diâmetro é formada por 4.450 painéis– cobrindo uma superfície equivalente a 30 campos de futebol. O tamanho supera o de Arecibo (Porto Rico), que com seus 305 metros de diâmetro era, desde 1963 até este ano, o maior radiotelescópio do mundo.


 


A construção do novo equipamento foi feita em uma região propícia a pesquisas astronômicas, pois o relevo de Guizhou protege o radiotelescópio de perturbações eletromagnéticas. Em fevereiro deste ano, as autoridades locais deslocaram 9.000 pessoas que viviam em um raio de cinco quilômetros de distância do radiotelescópio para preservar a estabilidade ambiental das ondas eletromagnéticas do aparelho. Grande parte dos moradores afirmou que as indenizações foram muito pequenas.


 


Feito em tempo recorde, cinco anos, o FAST custou 180 milhões de dólares (cerca de 600 milhões de reais). Os investimentos aceleram o programa espacial do país, que pretende colocar em órbita uma estação permanente antes de 2020, a fim de enviar um homem à Lua.


FAST vai vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra.



O maior radiotelescópio do mundo começou a funcionar no último domingo, no sudoeste da China. O objetivo é vasculhar galáxias distantes para verificar a existência de elementos químicos que deem indícios de vida fora da Terra, bem como pulsares distantes (estrelas de nêutrons altamente magnetizadas). Graças ao seu tamanho, o radiotelescópio também é capaz de detectar ondas gravitacionais de baixa frequência.



Chamado pelos cientistas de Five Hundred Meter Aperture Spherical Telescope (FAST, na sigla em inglês), o telescópio está localizado em uma região rural da província chinesa de Guizhou, no Sudoeste do país. A bandeja esférica de 500 metros de diâmetro é formada por 4.450 painéis– cobrindo uma superfície equivalente a 30 campos de futebol. O tamanho supera o de Arecibo (Porto Rico), que com seus 305 metros de diâmetro era, desde 1963 até este ano, o maior radiotelescópio do mundo.



PATROCINADORES

A construção do novo equipamento foi feita em uma região propícia a pesquisas astronômicas, pois o relevo de Guizhou protege o radiotelescópio de perturbações eletromagnéticas. Em fevereiro deste ano, as autoridades locais deslocaram 9.000 pessoas que viviam em um raio de cinco quilômetros de distância do radiotelescópio para preservar a estabilidade ambiental das ondas eletromagnéticas do aparelho. Grande parte dos moradores afirmou que as indenizações foram muito pequenas.



Feito em tempo recorde, cinco anos, o FAST custou 180 milhões de dólares (cerca de 600 milhões de reais). Os investimentos aceleram o programa espacial do país, que pretende colocar em órbita uma estação permanente antes de 2020, a fim de enviar um homem à Lua.



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