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Bem Estar

Restaurante dá desconto de 50% para judeus e árabes que dividem a mesa

Publicado por TV Minas em 23/10/2015

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Para Kobi Tzafrir, dono do Hummus Bar, em Kfar Vitkin – ao norte de Tel-Aviv – , judeus e árabes ‘têm de viver juntos’.

 

Um dono de restaurante judeu israelense contribui à sua maneira para a convivência pacífica ao oferecer um desconto de 50% para que seus clientes judeus e árabes dividam a mesma mesa e degustem um prato de hommus, purê de grão de bico típico do Oriente Médio.

 

Kobi Tzafrir, que comanda um pequeno restaurante em Kfar Vitkin, ao norte de Tel-Aviv, especializado no popular prato, busca promover a convivência entre judeus e árabes, apesar da onda de violência vivida na região desde o início de outubro.

 

Apesar da incredulidade de muitos palestinos, árabes e judeus, Tzafir persiste e afirma: “Escutei e vi muitas coisas cruéis, tanto da parte dos árabes quanto dos judeus na complicada situação atual. Percebi muito stress e tensão. Mas acredito que temos que viver juntos”.

 

Segundo ele, vários clientes aproveitaram a promoção. Os árabes israelenses também tentaram comemorar sua contribuição.

 

Na Cidade Antiga de Acre, ao norte de Israel, os donos do restaurante Al-Marsa, Musa Ala e Marwan Sawaed, árabes, convidaram os judeus de um restaurante vizinho para jantar.

 

“Acre é uma cidade mista e a situação atual no país afeta tanto árabes quanto judeus”, explicou Sawaed à AFP.

 

Desde que começou a nova onda de violência, houve uma ruptura: “os árabes com os árabes, e os judeus com os judeus, e isso afeta a cidade”, lamentou. “Devemos viver juntos para encontrarmos uma solução. A mesa é o lugar indicado”.

 

Os árabes-israelenses constituem 17,5% da população de Israel, e descendem em sua maioria dos palestinos que ficaram no território após a criação do Estado de Israel, em 1948. Costumam ser bastante simpáticos à causa palestina.

Para Kobi Tzafrir, dono do Hummus Bar, em Kfar Vitkin – ao norte de Tel-Aviv – , judeus e árabes ‘têm de viver juntos’.


 


Um dono de restaurante judeu israelense contribui à sua maneira para a convivência pacífica ao oferecer um desconto de 50% para que seus clientes judeus e árabes dividam a mesma mesa e degustem um prato de hommus, purê de grão de bico típico do Oriente Médio.


 


Kobi Tzafrir, que comanda um pequeno restaurante em Kfar Vitkin, ao norte de Tel-Aviv, especializado no popular prato, busca promover a convivência entre judeus e árabes, apesar da onda de violência vivida na região desde o início de outubro.


 


Apesar da incredulidade de muitos palestinos, árabes e judeus, Tzafir persiste e afirma: “Escutei e vi muitas coisas cruéis, tanto da parte dos árabes quanto dos judeus na complicada situação atual. Percebi muito stress e tensão. Mas acredito que temos que viver juntos”.


 


PATROCINADORES

Segundo ele, vários clientes aproveitaram a promoção. Os árabes israelenses também tentaram comemorar sua contribuição.


 


Na Cidade Antiga de Acre, ao norte de Israel, os donos do restaurante Al-Marsa, Musa Ala e Marwan Sawaed, árabes, convidaram os judeus de um restaurante vizinho para jantar.


 


“Acre é uma cidade mista e a situação atual no país afeta tanto árabes quanto judeus”, explicou Sawaed à AFP.


 


Desde que começou a nova onda de violência, houve uma ruptura: “os árabes com os árabes, e os judeus com os judeus, e isso afeta a cidade”, lamentou. “Devemos viver juntos para encontrarmos uma solução. A mesa é o lugar indicado”.


 


Os árabes-israelenses constituem 17,5% da população de Israel, e descendem em sua maioria dos palestinos que ficaram no território após a criação do Estado de Israel, em 1948. Costumam ser bastante simpáticos à causa palestina.


Para Kobi Tzafrir, dono do Hummus Bar, em Kfar Vitkin – ao norte de Tel-Aviv – , judeus e árabes ‘têm de viver juntos’.



Um dono de restaurante judeu israelense contribui à sua maneira para a convivência pacífica ao oferecer um desconto de 50% para que seus clientes judeus e árabes dividam a mesma mesa e degustem um prato de hommus, purê de grão de bico típico do Oriente Médio.



Kobi Tzafrir, que comanda um pequeno restaurante em Kfar Vitkin, ao norte de Tel-Aviv, especializado no popular prato, busca promover a convivência entre judeus e árabes, apesar da onda de violência vivida na região desde o início de outubro.



PATROCINADORES

Apesar da incredulidade de muitos palestinos, árabes e judeus, Tzafir persiste e afirma: “Escutei e vi muitas coisas cruéis, tanto da parte dos árabes quanto dos judeus na complicada situação atual. Percebi muito stress e tensão. Mas acredito que temos que viver juntos”.



Segundo ele, vários clientes aproveitaram a promoção. Os árabes israelenses também tentaram comemorar sua contribuição.



PATROCINADORES

Na Cidade Antiga de Acre, ao norte de Israel, os donos do restaurante Al-Marsa, Musa Ala e Marwan Sawaed, árabes, convidaram os judeus de um restaurante vizinho para jantar.



“Acre é uma cidade mista e a situação atual no país afeta tanto árabes quanto judeus”, explicou Sawaed à AFP.



Desde que começou a nova onda de violência, houve uma ruptura: “os árabes com os árabes, e os judeus com os judeus, e isso afeta a cidade”, lamentou. “Devemos viver juntos para encontrarmos uma solução. A mesa é o lugar indicado”.



Os árabes-israelenses constituem 17,5% da população de Israel, e descendem em sua maioria dos palestinos que ficaram no território após a criação do Estado de Israel, em 1948. Costumam ser bastante simpáticos à causa palestina.



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