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Temporal e "tsunami" causam estrago em Santa Catarina

Publicado por TV Minas em 17/10/2016

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Grande onda atingiu carros e pessoas que estavam na praia. Caso foi registrado na tarde de domingo em Balneário Rincão.

 

Matéria extraída do G1

 

A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou que o fenômeno que atingiu Balneário Rincão, no Litoral Sul, foi um "tsunami meteorológico". O fenômemo ocorre quando uma quantidade de nuvens carregadas e fortes ventos avançam rapidamente sobre o mar e formam uma grande onda que chega até a praia. Já o tsunami ou maremoto, como o que atingiu o Japão em 2011, ocorre com o deslocamento de uma grande massa de água, geralmente provocado por um abalo sísmico.

 

Pouco antes das 17h de domingo (16), uma grande onda se formou e atingiu carros e pessoas que estavam na praia da Barra do Torneiro. Segundo o sargento Cláudio Marcos, ninguém se feriu e as pessoas foram retiradas do mar antes da chegada dos bombeiros.Dois veículos, um Corolla e um Accord, ficaram submersos e foram retirados da água com auxílio de cordas.

 

Na barra do Rio Araranguá, em Morro dos Conventos, uma onda também arrastou carros e alagou um restaurante, segundo informações da RBS TV.

 

De acordo com a Defesa Civil, o tsunami meteorológico é "raro, perigoso e geralmente ocorre durante a passagem de linhas de instabilidade atmosféricas intensas". O órgão explica que não é o vento que provoca o tsunami meteorológico, "mas sim a combinação peculiar de fatores, que podem gerar uma ressonânica e uma amplificação da onda".

 

Santa Catarina já registrou um tsunami meteorológico na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, e que também foi sentido na praia da Armação em 19 de novembro de 2009, segundo a Defesa Civil.

 

 

Municípios afetados

 

Ao menos 12 municípios tiveram estragos em decorrência das chuvas e vendavais. Em Tubarão, no Sul, foi montada uma Sala de Situação para atender à população. Casas foram destelhadas, árvores derrubadas e milhares de imóveis ficaram sem energia elétrica.

 

Uma menina de 7 anos morreu após árvores atingirem o carro em que estava no bairro São João, em Tubarão. Bombeiros retiraram o corpo da criança, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O pai da menina foi hospitalizado em estado de choque.

 

A Defesa Civil registrou danos em Tubarão, Laguna, Braço do Norte, Pedras Grandes, Araranguá, Balneário Rincão, Imbituba, Morro da Fumaça, Urussanga, Garopaba, Orleans e Anitápolis.

 

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, visitou a região ainda no domingo. Nesta segunda-feira (17) ele permanece no Sul do estado, onde acompanha o levantamento dos danos em todos os municípios afetados. 

 

Moratelli fez contato direto com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Renato Newton Ramlow, que se comprometeu em auxiliar Santa Catarina caso seja necessário, informou a Defesa Civil estadual. "Vamos completar o levantamento e assim que tivermos os dados faremos o contato com a Defesa Civil Nacional", afirmou Moratelli.

 

 

Orientação da Defesa Civil

 

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Tubarão, Anderson Martins Cardoso, a maior preocupação nesta segunda é com a segurança dos moradores.

 

"Neste momento de reconstrução ocorrem acidentes. É importante alertar para as pessoas tomarem cuidado ao subir em cima de casas que foram destelhadas e também para evitar contato com a fiação elétrica solta nas ruas, que pode estar energizada", disse Cardoso.

 

 

Assista ao vídeo:

 

Grande onda atingiu carros e pessoas que estavam na praia. Caso foi registrado na tarde de domingo em Balneário Rincão.


 

Matéria extraída do G1

 


A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou que o fenômeno que atingiu Balneário Rincão, no Litoral Sul, foi um "tsunami meteorológico". O fenômemo ocorre quando uma quantidade de nuvens carregadas e fortes ventos avançam rapidamente sobre o mar e formam uma grande onda que chega até a praia. Já o tsunami ou maremoto, como o que atingiu o Japão em 2011, ocorre com o deslocamento de uma grande massa de água, geralmente provocado por um abalo sísmico.


 


Pouco antes das 17h de domingo (16), uma grande onda se formou e atingiu carros e pessoas que estavam na praia da Barra do Torneiro. Segundo o sargento Cláudio Marcos, ninguém se feriu e as pessoas foram retiradas do mar antes da chegada dos bombeiros.Dois veículos, um Corolla e um Accord, ficaram submersos e foram retirados da água com auxílio de cordas.


 


Na barra do Rio Araranguá, em Morro dos Conventos, uma onda também arrastou carros e alagou um restaurante, segundo informações da RBS TV.


 


De acordo com a Defesa Civil, o tsunami meteorológico é "raro, perigoso e geralmente ocorre durante a passagem de linhas de instabilidade atmosféricas intensas". O órgão explica que não é o vento que provoca o tsunami meteorológico, "mas sim a combinação peculiar de fatores, que podem gerar uma ressonânica e uma amplificação da onda".


 


Santa Catarina já registrou um tsunami meteorológico na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, e que também foi sentido na praia da Armação em 19 de novembro de 2009, segundo a Defesa Civil.


 


 


Municípios afetados


 


Ao menos 12 municípios tiveram estragos em decorrência das chuvas e vendavais. Em Tubarão, no Sul, foi montada uma Sala de Situação para atender à população. Casas foram destelhadas, árvores derrubadas e milhares de imóveis ficaram sem energia elétrica.


 


Uma menina de 7 anos morreu após árvores atingirem o carro em que estava no bairro São João, em Tubarão. Bombeiros retiraram o corpo da criança, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O pai da menina foi hospitalizado em estado de choque.


PATROCINADORES

 


A Defesa Civil registrou danos em Tubarão, Laguna, Braço do Norte, Pedras Grandes, Araranguá, Balneário Rincão, Imbituba, Morro da Fumaça, Urussanga, Garopaba, Orleans e Anitápolis.


 


O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, visitou a região ainda no domingo. Nesta segunda-feira (17) ele permanece no Sul do estado, onde acompanha o levantamento dos danos em todos os municípios afetados. 


 


Moratelli fez contato direto com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Renato Newton Ramlow, que se comprometeu em auxiliar Santa Catarina caso seja necessário, informou a Defesa Civil estadual. "Vamos completar o levantamento e assim que tivermos os dados faremos o contato com a Defesa Civil Nacional", afirmou Moratelli.


 


 


Orientação da Defesa Civil


 


De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Tubarão, Anderson Martins Cardoso, a maior preocupação nesta segunda é com a segurança dos moradores.


 


"Neste momento de reconstrução ocorrem acidentes. É importante alertar para as pessoas tomarem cuidado ao subir em cima de casas que foram destelhadas e também para evitar contato com a fiação elétrica solta nas ruas, que pode estar energizada", disse Cardoso.


 


 


Assista ao vídeo:


 



Grande onda atingiu carros e pessoas que estavam na praia. Caso foi registrado na tarde de domingo em Balneário Rincão.



 

Matéria extraída do G1

 



A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou que o fenômeno que atingiu Balneário Rincão, no Litoral Sul, foi um "tsunami meteorológico". O fenômemo ocorre quando uma quantidade de nuvens carregadas e fortes ventos avançam rapidamente sobre o mar e formam uma grande onda que chega até a praia. Já o tsunami ou maremoto, como o que atingiu o Japão em 2011, ocorre com o deslocamento de uma grande massa de água, geralmente provocado por um abalo sísmico.



Pouco antes das 17h de domingo (16), uma grande onda se formou e atingiu carros e pessoas que estavam na praia da Barra do Torneiro. Segundo o sargento Cláudio Marcos, ninguém se feriu e as pessoas foram retiradas do mar antes da chegada dos bombeiros.Dois veículos, um Corolla e um Accord, ficaram submersos e foram retirados da água com auxílio de cordas.



Na barra do Rio Araranguá, em Morro dos Conventos, uma onda também arrastou carros e alagou um restaurante, segundo informações da RBS TV.



De acordo com a Defesa Civil, o tsunami meteorológico é "raro, perigoso e geralmente ocorre durante a passagem de linhas de instabilidade atmosféricas intensas". O órgão explica que não é o vento que provoca o tsunami meteorológico, "mas sim a combinação peculiar de fatores, que podem gerar uma ressonânica e uma amplificação da onda".



Santa Catarina já registrou um tsunami meteorológico na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, e que também foi sentido na praia da Armação em 19 de novembro de 2009, segundo a Defesa Civil.



PATROCINADORES

Municípios afetados



Ao menos 12 municípios tiveram estragos em decorrência das chuvas e vendavais. Em Tubarão, no Sul, foi montada uma Sala de Situação para atender à população. Casas foram destelhadas, árvores derrubadas e milhares de imóveis ficaram sem energia elétrica.



Uma menina de 7 anos morreu após árvores atingirem o carro em que estava no bairro São João, em Tubarão. Bombeiros retiraram o corpo da criança, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O pai da menina foi hospitalizado em estado de choque.



A Defesa Civil registrou danos em Tubarão, Laguna, Braço do Norte, Pedras Grandes, Araranguá, Balneário Rincão, Imbituba, Morro da Fumaça, Urussanga, Garopaba, Orleans e Anitápolis.



O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, visitou a região ainda no domingo. Nesta segunda-feira (17) ele permanece no Sul do estado, onde acompanha o levantamento dos danos em todos os municípios afetados. 



Moratelli fez contato direto com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Renato Newton Ramlow, que se comprometeu em auxiliar Santa Catarina caso seja necessário, informou a Defesa Civil estadual. "Vamos completar o levantamento e assim que tivermos os dados faremos o contato com a Defesa Civil Nacional", afirmou Moratelli.



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Orientação da Defesa Civil



De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Tubarão, Anderson Martins Cardoso, a maior preocupação nesta segunda é com a segurança dos moradores.



"Neste momento de reconstrução ocorrem acidentes. É importante alertar para as pessoas tomarem cuidado ao subir em cima de casas que foram destelhadas e também para evitar contato com a fiação elétrica solta nas ruas, que pode estar energizada", disse Cardoso.



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