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Gasolina sobe em 11 Estados e no DF após Petrobras revisar preço

Publicado por TV Minas em 22/10/2016

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Segundo levantamento da ANP, apenas em 14 estados houve redução do valor pago pelo consumidor após queda para as refinarias.

 

O preço da gasolina comum vendida nos postos subiu em onze Estados e no Distrito Federal nesta semana, a primeira em que vigorou a redução de 3,2% no valor do combustível nas refinarias, anunciada no último dia 14.

 

Após a decisão da Petrobras, as cotações do derivado de petróleo só cederam em catorze Estados e ficaram estáveis no Pará, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

De acordo com a autarquia, a gasolina mais cara do país é vendida no Acre, a uma média de 4,122 reais por litro, ante 4,133 reais na semana passada. Já a mais barata é comercializada em São Paulo, a 3,472 reais por litro, frente 3,458 reais na semana anterior. Entre os dois períodos, a gasolina variou mais no Distrito Federal, com aumento de 20 centavos, passando de 3,357 reais para 3,558 reais por litro.

 

Outro destaque de alta foi o Rio de Janeiro (de 3,865 reais para 3,95 reais por litro). Já o Amazonas registrou a maior queda, de 3,798 reais para 3,63 reais por litro. Na média Brasil, a gasolina variou de 3,654 reais para 3,671 reais entre as semanas.

 

Segundo a própria Petrobras, caso a redução de 3,2% fosse inteiramente repassada pelas distribuidoras, poderia haver diminuição de 5 centavos por litro na bomba. A manutenção das cotações chegou a ser atribuída à firmeza do etanol anidro, misturado em até 27% ao combustível fóssil. A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), porém, afirmou que essa relação não pode ser feita.

 

De acordo com a entidade, a composição do preço da gasolina depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria, a margem da distribuidora, a margem da revenda, o valor do Preço Médio Ponderado Final (PMPF), atualizado a cada 15 dias para recolhimento do ICMS, e o próprio anidro.

Segundo levantamento da ANP, apenas em 14 estados houve redução do valor pago pelo consumidor após queda para as refinarias.


 


O preço da gasolina comum vendida nos postos subiu em onze Estados e no Distrito Federal nesta semana, a primeira em que vigorou a redução de 3,2% no valor do combustível nas refinarias, anunciada no último dia 14.


 


Após a decisão da Petrobras, as cotações do derivado de petróleo só cederam em catorze Estados e ficaram estáveis no Pará, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


 


PATROCINADORES

De acordo com a autarquia, a gasolina mais cara do país é vendida no Acre, a uma média de 4,122 reais por litro, ante 4,133 reais na semana passada. Já a mais barata é comercializada em São Paulo, a 3,472 reais por litro, frente 3,458 reais na semana anterior. Entre os dois períodos, a gasolina variou mais no Distrito Federal, com aumento de 20 centavos, passando de 3,357 reais para 3,558 reais por litro.


 


Outro destaque de alta foi o Rio de Janeiro (de 3,865 reais para 3,95 reais por litro). Já o Amazonas registrou a maior queda, de 3,798 reais para 3,63 reais por litro. Na média Brasil, a gasolina variou de 3,654 reais para 3,671 reais entre as semanas.


 


Segundo a própria Petrobras, caso a redução de 3,2% fosse inteiramente repassada pelas distribuidoras, poderia haver diminuição de 5 centavos por litro na bomba. A manutenção das cotações chegou a ser atribuída à firmeza do etanol anidro, misturado em até 27% ao combustível fóssil. A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), porém, afirmou que essa relação não pode ser feita.


 


De acordo com a entidade, a composição do preço da gasolina depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria, a margem da distribuidora, a margem da revenda, o valor do Preço Médio Ponderado Final (PMPF), atualizado a cada 15 dias para recolhimento do ICMS, e o próprio anidro.


Segundo levantamento da ANP, apenas em 14 estados houve redução do valor pago pelo consumidor após queda para as refinarias.



O preço da gasolina comum vendida nos postos subiu em onze Estados e no Distrito Federal nesta semana, a primeira em que vigorou a redução de 3,2% no valor do combustível nas refinarias, anunciada no último dia 14.



Após a decisão da Petrobras, as cotações do derivado de petróleo só cederam em catorze Estados e ficaram estáveis no Pará, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).



PATROCINADORES

De acordo com a autarquia, a gasolina mais cara do país é vendida no Acre, a uma média de 4,122 reais por litro, ante 4,133 reais na semana passada. Já a mais barata é comercializada em São Paulo, a 3,472 reais por litro, frente 3,458 reais na semana anterior. Entre os dois períodos, a gasolina variou mais no Distrito Federal, com aumento de 20 centavos, passando de 3,357 reais para 3,558 reais por litro.



Outro destaque de alta foi o Rio de Janeiro (de 3,865 reais para 3,95 reais por litro). Já o Amazonas registrou a maior queda, de 3,798 reais para 3,63 reais por litro. Na média Brasil, a gasolina variou de 3,654 reais para 3,671 reais entre as semanas.



Segundo a própria Petrobras, caso a redução de 3,2% fosse inteiramente repassada pelas distribuidoras, poderia haver diminuição de 5 centavos por litro na bomba. A manutenção das cotações chegou a ser atribuída à firmeza do etanol anidro, misturado em até 27% ao combustível fóssil. A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), porém, afirmou que essa relação não pode ser feita.



De acordo com a entidade, a composição do preço da gasolina depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria, a margem da distribuidora, a margem da revenda, o valor do Preço Médio Ponderado Final (PMPF), atualizado a cada 15 dias para recolhimento do ICMS, e o próprio anidro.



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