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Bilionário russo quer unir Oi e TIM no Brasil

Publicado por TV Minas em 28/10/2015

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Há anos o mercado espera por uma consolidação do setor no Brasil – e a proposta de aporte bilionária feita nesta segunda (26) à Oi, com a condição de união com a TIM, pode tornar isso real.

 

Se aceitar o acordo, a companhia receberia 4 bilhões de dólares do grupo de investidores LetterOne, com a condição de unir as operações com a rival brasileira.

 

Enquanto a ideia segue em análise na Oi, as ações da companhia disparam. E o bilionário por trás do negócio aguarda, ansioso, o sinal verde para o avanço de seus negócios no Ocidente.

 

Nascido em uma família judia na Ucrânia, Mikhail Fridman é hoje a segunda pessoa mais rica da Rússia e o 68º bilionário do mundo, com uma fortuna estimada de 14,7 bilhões de dólares.

 

Ele começou a vida com empregos modestos para ajudar a família até construir sua primeira cooperativa de negócios, especializada em lavagem de janelas.

 

Mais tarde, criou uma empresa que vendia de computadores a tapetes, o embrião do que viria se tornar o Grupo Alfa, maior grupo financeiro industrial e empresarial da Rússia.

 

Fridman é sócio majoritário no conglomerado dono de várias empresas de telecom, como Vimplecom, Turkcell e Megafon, além da X5, segunda maior varejista de alimentos do país.

 

Da LetterOne, sua outra empresa de investimentos com sede em Luxemburgo, ele controla outros negócios, como a petroleira Dea, que opera na Noruega, Alemanha e Reino Unido.

 

 

Dominar o mundo

 

É dessa companhia, por sinal, que saiu a proposta feita hoje para a Oi – e de onde devem surgir novas ofertas para outras empresas do setor em outros países.

 

Nos últimos meses, o empresário deixou claro que teria separado 16 bilhões de dólares para investir em outros negócios, principalmente o de telecom.

 

O intuito é diversificar os tipos de investimentos também de maneira geográfica, diluindo o risco econômico com a concentração de recursos apenas na Rússia.

 

Apesar do mercado russo ter sido o grande combustível para o bilionário chegar onde está.

 

A LetterOne foi criada por Fridman depois do empresário receber estimados 5,1 bilhões de dólares por sua parte na venda petrolífera TNK-BP para a empresa estatal russa Rosneft.

 

A TNK trabalhava em parceria com a British Petroleum desde 2013 e 50% das ações foram compradas por 28 bilhões de dólares.

 

A compra, segundo jornais da época, era uma maneira do governo de Vladimir Putin seguir no controle das maiores empresas de setores chaves no país.

 

Fechar o negócio com a Oi seria o primeiro grande passo do bilionário no Brasil, um país distante da Rússia, mas bem próximo dos desafios de um emergente. 

Há anos o mercado espera por uma consolidação do setor no Brasil – e a proposta de aporte bilionária feita nesta segunda (26) à Oi, com a condição de união com a TIM, pode tornar isso real.


 


Se aceitar o acordo, a companhia receberia 4 bilhões de dólares do grupo de investidores LetterOne, com a condição de unir as operações com a rival brasileira.


 


Enquanto a ideia segue em análise na Oi, as ações da companhia disparam. E o bilionário por trás do negócio aguarda, ansioso, o sinal verde para o avanço de seus negócios no Ocidente.


 


Nascido em uma família judia na Ucrânia, Mikhail Fridman é hoje a segunda pessoa mais rica da Rússia e o 68º bilionário do mundo, com uma fortuna estimada de 14,7 bilhões de dólares.


 


Ele começou a vida com empregos modestos para ajudar a família até construir sua primeira cooperativa de negócios, especializada em lavagem de janelas.


 


Mais tarde, criou uma empresa que vendia de computadores a tapetes, o embrião do que viria se tornar o Grupo Alfa, maior grupo financeiro industrial e empresarial da Rússia.


 


Fridman é sócio majoritário no conglomerado dono de várias empresas de telecom, como Vimplecom, Turkcell e Megafon, além da X5, segunda maior varejista de alimentos do país.


 


Da LetterOne, sua outra empresa de investimentos com sede em Luxemburgo, ele controla outros negócios, como a petroleira Dea, que opera na Noruega, Alemanha e Reino Unido.


 


 


PATROCINADORES

Dominar o mundo


 


É dessa companhia, por sinal, que saiu a proposta feita hoje para a Oi – e de onde devem surgir novas ofertas para outras empresas do setor em outros países.


 


Nos últimos meses, o empresário deixou claro que teria separado 16 bilhões de dólares para investir em outros negócios, principalmente o de telecom.


 


O intuito é diversificar os tipos de investimentos também de maneira geográfica, diluindo o risco econômico com a concentração de recursos apenas na Rússia.


 


Apesar do mercado russo ter sido o grande combustível para o bilionário chegar onde está.


 


A LetterOne foi criada por Fridman depois do empresário receber estimados 5,1 bilhões de dólares por sua parte na venda petrolífera TNK-BP para a empresa estatal russa Rosneft.


 


A TNK trabalhava em parceria com a British Petroleum desde 2013 e 50% das ações foram compradas por 28 bilhões de dólares.


 


A compra, segundo jornais da época, era uma maneira do governo de Vladimir Putin seguir no controle das maiores empresas de setores chaves no país.


 


Fechar o negócio com a Oi seria o primeiro grande passo do bilionário no Brasil, um país distante da Rússia, mas bem próximo dos desafios de um emergente. 


Há anos o mercado espera por uma consolidação do setor no Brasil – e a proposta de aporte bilionária feita nesta segunda (26) à Oi, com a condição de união com a TIM, pode tornar isso real.



Se aceitar o acordo, a companhia receberia 4 bilhões de dólares do grupo de investidores LetterOne, com a condição de unir as operações com a rival brasileira.



Enquanto a ideia segue em análise na Oi, as ações da companhia disparam. E o bilionário por trás do negócio aguarda, ansioso, o sinal verde para o avanço de seus negócios no Ocidente.



Nascido em uma família judia na Ucrânia, Mikhail Fridman é hoje a segunda pessoa mais rica da Rússia e o 68º bilionário do mundo, com uma fortuna estimada de 14,7 bilhões de dólares.



Ele começou a vida com empregos modestos para ajudar a família até construir sua primeira cooperativa de negócios, especializada em lavagem de janelas.



Mais tarde, criou uma empresa que vendia de computadores a tapetes, o embrião do que viria se tornar o Grupo Alfa, maior grupo financeiro industrial e empresarial da Rússia.



PATROCINADORES

Fridman é sócio majoritário no conglomerado dono de várias empresas de telecom, como Vimplecom, Turkcell e Megafon, além da X5, segunda maior varejista de alimentos do país.



Da LetterOne, sua outra empresa de investimentos com sede em Luxemburgo, ele controla outros negócios, como a petroleira Dea, que opera na Noruega, Alemanha e Reino Unido.



Dominar o mundo



É dessa companhia, por sinal, que saiu a proposta feita hoje para a Oi – e de onde devem surgir novas ofertas para outras empresas do setor em outros países.



Nos últimos meses, o empresário deixou claro que teria separado 16 bilhões de dólares para investir em outros negócios, principalmente o de telecom.



PATROCINADORES

O intuito é diversificar os tipos de investimentos também de maneira geográfica, diluindo o risco econômico com a concentração de recursos apenas na Rússia.



Apesar do mercado russo ter sido o grande combustível para o bilionário chegar onde está.



A LetterOne foi criada por Fridman depois do empresário receber estimados 5,1 bilhões de dólares por sua parte na venda petrolífera TNK-BP para a empresa estatal russa Rosneft.



A TNK trabalhava em parceria com a British Petroleum desde 2013 e 50% das ações foram compradas por 28 bilhões de dólares.



A compra, segundo jornais da época, era uma maneira do governo de Vladimir Putin seguir no controle das maiores empresas de setores chaves no país.



Fechar o negócio com a Oi seria o primeiro grande passo do bilionário no Brasil, um país distante da Rússia, mas bem próximo dos desafios de um emergente. 



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