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Para investidores, Brasil e China são principais riscos de 2016

Publicado por TV Minas em 03/11/2015

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Para investidores ouvidos pela Fitch, contágio dos mercados emergentes é o risco mais sério aos mercados de crédito dos EUA no ano que vem.

 

Investidores veem o contágio dos mercados emergentes como o mais sério risco aos mercados de crédito dos EUA em 2016, sendo Brasil e China as principais ameaças. É o que constatou uma pesquisa preliminar da agência de classificação de risco Fitch. O levantamento mostra que 60% dos entrevistados acreditam que desenvolvimentos adversos em um ou mais mercados emergentes apresentam um risco elevado para os mercados de crédito dos EUA. Os outros 40% creem que esse risco é moderado e nenhum avalia que o risco é baixo.

 

Sobre o Brasil, a agência avalia que, assim como outras nações latino-americanas, o país enfrenta um enfraquecimento de fundamentos. "A economia está em recessão e enfrenta desafios fiscais e políticos. As empresas brasileiras enfrentam o aumento de custos de financiamento nacionais e internacionais, enquanto o acesso ao crédito estrangeiros secou para os emissores de alto rendimento", diz a agência em comunicado.

 

Sobre a China, a agência lembra que a desvalorização do iuan em agosto levou a uma redução significativa no apetite por risco nos mercados globais. Além disso, a desaceleração do crescimento do país seria negativa para muitos países emergentes, bem como empresas exportadoras de commodities e mercados desenvolvidos dependentes do comércio global.

 

"A Fitch vê os mercados emergentes como uma fonte crescente de risco para o crescimento global, à medida que o colapso nos preços das commodities e choques políticas exacerbam uma desaceleração longa", escreveram os analistas da agência. Rússia e Turquia também foram lembradas pelos investidores como fonte de risco de contágio, ainda que em menor grau que o Brasil e a China.

 

Sobre as empresas dos mercados emergentes, o estudo revela que quase três quartos dos entrevistados avaliam-nas como seu investimento "menos favorito". A pesquisa mostra ainda que 93% dos investidores disseram que as condições de crédito para empresas dessas nações devem se deteriorar durante o próximo ano.

 

A Fitch ouviu 74 investidores seniores de renda fixa até o dia 9 de outubro. O relatório completo será publicado ainda no início deste mês.

Para investidores ouvidos pela Fitch, contágio dos mercados emergentes é o risco mais sério aos mercados de crédito dos EUA no ano que vem.


 


Investidores veem o contágio dos mercados emergentes como o mais sério risco aos mercados de crédito dos EUA em 2016, sendo Brasil e China as principais ameaças. É o que constatou uma pesquisa preliminar da agência de classificação de risco Fitch. O levantamento mostra que 60% dos entrevistados acreditam que desenvolvimentos adversos em um ou mais mercados emergentes apresentam um risco elevado para os mercados de crédito dos EUA. Os outros 40% creem que esse risco é moderado e nenhum avalia que o risco é baixo.


 


Sobre o Brasil, a agência avalia que, assim como outras nações latino-americanas, o país enfrenta um enfraquecimento de fundamentos. "A economia está em recessão e enfrenta desafios fiscais e políticos. As empresas brasileiras enfrentam o aumento de custos de financiamento nacionais e internacionais, enquanto o acesso ao crédito estrangeiros secou para os emissores de alto rendimento", diz a agência em comunicado.


 


PATROCINADORES

Sobre a China, a agência lembra que a desvalorização do iuan em agosto levou a uma redução significativa no apetite por risco nos mercados globais. Além disso, a desaceleração do crescimento do país seria negativa para muitos países emergentes, bem como empresas exportadoras de commodities e mercados desenvolvidos dependentes do comércio global.


 


"A Fitch vê os mercados emergentes como uma fonte crescente de risco para o crescimento global, à medida que o colapso nos preços das commodities e choques políticas exacerbam uma desaceleração longa", escreveram os analistas da agência. Rússia e Turquia também foram lembradas pelos investidores como fonte de risco de contágio, ainda que em menor grau que o Brasil e a China.


 


Sobre as empresas dos mercados emergentes, o estudo revela que quase três quartos dos entrevistados avaliam-nas como seu investimento "menos favorito". A pesquisa mostra ainda que 93% dos investidores disseram que as condições de crédito para empresas dessas nações devem se deteriorar durante o próximo ano.


 


A Fitch ouviu 74 investidores seniores de renda fixa até o dia 9 de outubro. O relatório completo será publicado ainda no início deste mês.


Para investidores ouvidos pela Fitch, contágio dos mercados emergentes é o risco mais sério aos mercados de crédito dos EUA no ano que vem.



Investidores veem o contágio dos mercados emergentes como o mais sério risco aos mercados de crédito dos EUA em 2016, sendo Brasil e China as principais ameaças. É o que constatou uma pesquisa preliminar da agência de classificação de risco Fitch. O levantamento mostra que 60% dos entrevistados acreditam que desenvolvimentos adversos em um ou mais mercados emergentes apresentam um risco elevado para os mercados de crédito dos EUA. Os outros 40% creem que esse risco é moderado e nenhum avalia que o risco é baixo.



Sobre o Brasil, a agência avalia que, assim como outras nações latino-americanas, o país enfrenta um enfraquecimento de fundamentos. "A economia está em recessão e enfrenta desafios fiscais e políticos. As empresas brasileiras enfrentam o aumento de custos de financiamento nacionais e internacionais, enquanto o acesso ao crédito estrangeiros secou para os emissores de alto rendimento", diz a agência em comunicado.



PATROCINADORES

Sobre a China, a agência lembra que a desvalorização do iuan em agosto levou a uma redução significativa no apetite por risco nos mercados globais. Além disso, a desaceleração do crescimento do país seria negativa para muitos países emergentes, bem como empresas exportadoras de commodities e mercados desenvolvidos dependentes do comércio global.



"A Fitch vê os mercados emergentes como uma fonte crescente de risco para o crescimento global, à medida que o colapso nos preços das commodities e choques políticas exacerbam uma desaceleração longa", escreveram os analistas da agência. Rússia e Turquia também foram lembradas pelos investidores como fonte de risco de contágio, ainda que em menor grau que o Brasil e a China.



Sobre as empresas dos mercados emergentes, o estudo revela que quase três quartos dos entrevistados avaliam-nas como seu investimento "menos favorito". A pesquisa mostra ainda que 93% dos investidores disseram que as condições de crédito para empresas dessas nações devem se deteriorar durante o próximo ano.



A Fitch ouviu 74 investidores seniores de renda fixa até o dia 9 de outubro. O relatório completo será publicado ainda no início deste mês.



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