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Governo ameaça caminhoneiros com multa de R$ 1.915

Publicado por TV Minas em 10/11/2015

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Ministro da Justiça determinou que Polícia Rodoviária aplique punição aos grevistas.

 

O governo determinou nesta segunda-feira que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) aplique multa de 1.915 reais aos caminhoneiros que bloquearem estradas. Protestos da categoria contra Dilma Rousseff afetaram rodovias e avenidas de catorze Estados nesta segunda. O movimento grevista, que pede a renúncia da presidente, foi organizado por motoristas autônomos desvinculados dos sindicatos e não tem previsão para acabar.

 

"Nós determinamos que sejam multados todos aqueles que fecharem estradas", disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta segunda. A multa já é prevista na legislação brasileira, mas o governo cobrou com mais ênfase o seu cumprimento. Além de aplicar a punição, a Polícia Rodoviária Federal também foi orientada a liberar as vias bloqueadas.

 

"No caso de interdição de estradas, nós determinamos a PRF que atue através do efetivo necessário para desobstruí-las e garantir que aqueles caminhoneiros que queiram trabalhar tenham sua liberdade de ir e vir inteiramente assegurada", disse Cardozo.

 

O ministro classificou o movimento como "político" e afirmou que não há como negociar com os líderes, que pedem a saída de Dilma. "Não há uma pauta de reivindicações. Não temos a possibilidade de negociar em cima de questões que não são apresentadas. É uma pauta política. Lamentamos que seja assim", afirmou ele.

 

Apesar de Cardozo ter considerado o movimento grevista "pulverizado", por não ter adesão dos principais sindicatos da categoria, a paralisação causa preocupação no Palácio do Planalto por ressuscitar a onda de protestos num momento em que a presidente Dilma sofre ameaça de impeachment.

 

 

Confira os principais pontos de paralização:

 

Greve de caminhoneiros atinge catorze Estados

 

Ministro da Justiça determinou que Polícia Rodoviária aplique punição aos grevistas.


 


O governo determinou nesta segunda-feira que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) aplique multa de 1.915 reais aos caminhoneiros que bloquearem estradas. Protestos da categoria contra Dilma Rousseff afetaram rodovias e avenidas de catorze Estados nesta segunda. O movimento grevista, que pede a renúncia da presidente, foi organizado por motoristas autônomos desvinculados dos sindicatos e não tem previsão para acabar.


 


"Nós determinamos que sejam multados todos aqueles que fecharem estradas", disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta segunda. A multa já é prevista na legislação brasileira, mas o governo cobrou com mais ênfase o seu cumprimento. Além de aplicar a punição, a Polícia Rodoviária Federal também foi orientada a liberar as vias bloqueadas.


 


"No caso de interdição de estradas, nós determinamos a PRF que atue através do efetivo necessário para desobstruí-las e garantir que aqueles caminhoneiros que queiram trabalhar tenham sua liberdade de ir e vir inteiramente assegurada", disse Cardozo.


 


PATROCINADORES

O ministro classificou o movimento como "político" e afirmou que não há como negociar com os líderes, que pedem a saída de Dilma. "Não há uma pauta de reivindicações. Não temos a possibilidade de negociar em cima de questões que não são apresentadas. É uma pauta política. Lamentamos que seja assim", afirmou ele.


 


Apesar de Cardozo ter considerado o movimento grevista "pulverizado", por não ter adesão dos principais sindicatos da categoria, a paralisação causa preocupação no Palácio do Planalto por ressuscitar a onda de protestos num momento em que a presidente Dilma sofre ameaça de impeachment.


 


 


Confira os principais pontos de paralização:


 


Greve de caminhoneiros atinge catorze Estados


 


Ministro da Justiça determinou que Polícia Rodoviária aplique punição aos grevistas.



O governo determinou nesta segunda-feira que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) aplique multa de 1.915 reais aos caminhoneiros que bloquearem estradas. Protestos da categoria contra Dilma Rousseff afetaram rodovias e avenidas de catorze Estados nesta segunda. O movimento grevista, que pede a renúncia da presidente, foi organizado por motoristas autônomos desvinculados dos sindicatos e não tem previsão para acabar.



"Nós determinamos que sejam multados todos aqueles que fecharem estradas", disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta segunda. A multa já é prevista na legislação brasileira, mas o governo cobrou com mais ênfase o seu cumprimento. Além de aplicar a punição, a Polícia Rodoviária Federal também foi orientada a liberar as vias bloqueadas.



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"No caso de interdição de estradas, nós determinamos a PRF que atue através do efetivo necessário para desobstruí-las e garantir que aqueles caminhoneiros que queiram trabalhar tenham sua liberdade de ir e vir inteiramente assegurada", disse Cardozo.



O ministro classificou o movimento como "político" e afirmou que não há como negociar com os líderes, que pedem a saída de Dilma. "Não há uma pauta de reivindicações. Não temos a possibilidade de negociar em cima de questões que não são apresentadas. É uma pauta política. Lamentamos que seja assim", afirmou ele.



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Apesar de Cardozo ter considerado o movimento grevista "pulverizado", por não ter adesão dos principais sindicatos da categoria, a paralisação causa preocupação no Palácio do Planalto por ressuscitar a onda de protestos num momento em que a presidente Dilma sofre ameaça de impeachment.



Confira os principais pontos de paralização:



Greve de caminhoneiros atinge catorze Estados



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