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Megaoperação em seis países da UE prende 15 e desmantela rede terrorista

Publicado por TV Minas em 12/11/2015

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Policiais fizeram prisões e revistas em 26 estabelecimentos e residências na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. Grupo terrorista planejava sequestros.

 

Pelo menos quinze suspeitos de integrarem redes jihadistas foram detidos em uma grande operação policial que aconteceu ao mesmo tempo em diferentes países da Europa, reporta o The Guardian nesta quinta-feira. As prisões foram feitas na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. A megaoperação - uma das maiores envolvendo polícias de diferentes países - foi coordenada pela Unidade de Cooperação Judicial da União Europeia (Eurojust). A rede terrorista planejava sequestrar diplomatas noruegueses no Oriente Médio ou mesmo na Europa para levantar fundos para a organização, revelou o jornal britânico.

 

Os agentes prenderam chefes e suspeitos da organização terrorista Rawti Shax, informou a Eurojust, com sede em Haia, na Holanda. Todos os presos são acusados de terrorismo internacional. Alguns suspeitos não puderam ser localizados durante a operação e a Eurojust informou que eles podem ter viajado ao Oriente Médio para se unir a organizações jihadistas, em particular Estado Islâmico (EI) e Al Nusra.

 

Durante a operação policial aconteceram 26 revistas em estabelecimentos e residências situados em seis países diferentes e muitas evidências objetos foram confiscadas, incluindo dispositivos eletrônicos e documentos. Segundo o Eurojust, as investigações e a cooperação policial e judicial contra este grupo extremista se prolongou durante anos na Itália e em outros países europeus, em particular Suíça e Alemanha, e "revelou de maneira progressiva a estrutura e operações da organização terrorista".

 

A Rawti Shax é liderada por Najmudd'in Ahmad Faraj, mais conhecido como mulá Krekar. Ele vivia na Noruega desde 1991 e havia sido libertado da prisão em janeiro depois de cumprir uma sentença de três anos por fazer ameaças contra Erna Solberg, a primeira-ministra norueguesa. Mulá Krekar também estava sendo processado por louvar publicamente o assassinato dos cartunistas do semanário satírico francês Charlie Hebdo, no início do ano.

 

Segundo a investigação, a Rawti Shax cresceu e tem sua base na Europa, com células que se comunicam e operam através de internet. Sua estrutura é ativa especialmente em Alemanha, Suíça, Grã-Bretanha, Finlândia, Itália, Grécia, Suécia, Noruega, Iraque, Irã e Síria. O grupo recentemente tornou-se muito ativo no recrutamento de jovens europeus muçulmanos para serem enviados à Síria e ao Iraque para lutar ao lado de jihadistas.

Policiais fizeram prisões e revistas em 26 estabelecimentos e residências na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. Grupo terrorista planejava sequestros.


 


Pelo menos quinze suspeitos de integrarem redes jihadistas foram detidos em uma grande operação policial que aconteceu ao mesmo tempo em diferentes países da Europa, reporta o The Guardian nesta quinta-feira. As prisões foram feitas na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. A megaoperação - uma das maiores envolvendo polícias de diferentes países - foi coordenada pela Unidade de Cooperação Judicial da União Europeia (Eurojust). A rede terrorista planejava sequestrar diplomatas noruegueses no Oriente Médio ou mesmo na Europa para levantar fundos para a organização, revelou o jornal britânico.


 


Os agentes prenderam chefes e suspeitos da organização terrorista Rawti Shax, informou a Eurojust, com sede em Haia, na Holanda. Todos os presos são acusados de terrorismo internacional. Alguns suspeitos não puderam ser localizados durante a operação e a Eurojust informou que eles podem ter viajado ao Oriente Médio para se unir a organizações jihadistas, em particular Estado Islâmico (EI) e Al Nusra.


PATROCINADORES

 


Durante a operação policial aconteceram 26 revistas em estabelecimentos e residências situados em seis países diferentes e muitas evidências objetos foram confiscadas, incluindo dispositivos eletrônicos e documentos. Segundo o Eurojust, as investigações e a cooperação policial e judicial contra este grupo extremista se prolongou durante anos na Itália e em outros países europeus, em particular Suíça e Alemanha, e "revelou de maneira progressiva a estrutura e operações da organização terrorista".


 


A Rawti Shax é liderada por Najmudd'in Ahmad Faraj, mais conhecido como mulá Krekar. Ele vivia na Noruega desde 1991 e havia sido libertado da prisão em janeiro depois de cumprir uma sentença de três anos por fazer ameaças contra Erna Solberg, a primeira-ministra norueguesa. Mulá Krekar também estava sendo processado por louvar publicamente o assassinato dos cartunistas do semanário satírico francês Charlie Hebdo, no início do ano.


 


Segundo a investigação, a Rawti Shax cresceu e tem sua base na Europa, com células que se comunicam e operam através de internet. Sua estrutura é ativa especialmente em Alemanha, Suíça, Grã-Bretanha, Finlândia, Itália, Grécia, Suécia, Noruega, Iraque, Irã e Síria. O grupo recentemente tornou-se muito ativo no recrutamento de jovens europeus muçulmanos para serem enviados à Síria e ao Iraque para lutar ao lado de jihadistas.


Policiais fizeram prisões e revistas em 26 estabelecimentos e residências na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. Grupo terrorista planejava sequestros.



Pelo menos quinze suspeitos de integrarem redes jihadistas foram detidos em uma grande operação policial que aconteceu ao mesmo tempo em diferentes países da Europa, reporta o The Guardian nesta quinta-feira. As prisões foram feitas na Itália, Grã-Bretanha, Noruega, Finlândia, Alemanha e Suíça. A megaoperação - uma das maiores envolvendo polícias de diferentes países - foi coordenada pela Unidade de Cooperação Judicial da União Europeia (Eurojust). A rede terrorista planejava sequestrar diplomatas noruegueses no Oriente Médio ou mesmo na Europa para levantar fundos para a organização, revelou o jornal britânico.



Os agentes prenderam chefes e suspeitos da organização terrorista Rawti Shax, informou a Eurojust, com sede em Haia, na Holanda. Todos os presos são acusados de terrorismo internacional. Alguns suspeitos não puderam ser localizados durante a operação e a Eurojust informou que eles podem ter viajado ao Oriente Médio para se unir a organizações jihadistas, em particular Estado Islâmico (EI) e Al Nusra.



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Durante a operação policial aconteceram 26 revistas em estabelecimentos e residências situados em seis países diferentes e muitas evidências objetos foram confiscadas, incluindo dispositivos eletrônicos e documentos. Segundo o Eurojust, as investigações e a cooperação policial e judicial contra este grupo extremista se prolongou durante anos na Itália e em outros países europeus, em particular Suíça e Alemanha, e "revelou de maneira progressiva a estrutura e operações da organização terrorista".



A Rawti Shax é liderada por Najmudd'in Ahmad Faraj, mais conhecido como mulá Krekar. Ele vivia na Noruega desde 1991 e havia sido libertado da prisão em janeiro depois de cumprir uma sentença de três anos por fazer ameaças contra Erna Solberg, a primeira-ministra norueguesa. Mulá Krekar também estava sendo processado por louvar publicamente o assassinato dos cartunistas do semanário satírico francês Charlie Hebdo, no início do ano.



Segundo a investigação, a Rawti Shax cresceu e tem sua base na Europa, com células que se comunicam e operam através de internet. Sua estrutura é ativa especialmente em Alemanha, Suíça, Grã-Bretanha, Finlândia, Itália, Grécia, Suécia, Noruega, Iraque, Irã e Síria. O grupo recentemente tornou-se muito ativo no recrutamento de jovens europeus muçulmanos para serem enviados à Síria e ao Iraque para lutar ao lado de jihadistas.



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