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Mercado já prevê inflação acima de 10% em 2015

Publicado por TV Minas em 16/11/2015

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Para o ano que vem, economistas ouvidos pela pesquisa Focus projetam IPCA de 6,5%, no teto da meta perseguida pelo Banco Central.

 

A inflação de 2015 deve passar de 10%, segundo a nova projeção dos economistas ouvidos na pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. Para 2016, a previsão é de IPCA de 6,5%, no limite do teto da meta de inflação perseguida pelo BC.

 

A pesquisa semanal mostrou que a expectativa para a alta do inflação neste ano é de 10,04%. Na semana passada, a projeção era de 9,9%. A projeção para 2016 havia sido de 6,2% na última semana. O centro da meta de inflação no Brasil é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

 

O BC mudou recentemente seu discurso e passou a destacar que fará o que for preciso para levar a inflação ao centro da meta em 2017. Antes, dizia que esse nível seria atingindo ao final de 2016.

 

A expectativa para a alta dos preços administrados no ano que vem piorou pela nona semana seguida e chegou a 7% - há uma semana, havia sido de 6,95%. Para este ano, permanece em 17%.

 

Apesar da maior pressão inflacionária, o levantamento com uma centena de especialistas não mostrou desta vez alteração na perspectiva para a taxa básica de juros no final do ano que vem. A previsão segue sendo de taxa Selic de 13,25%. Também foi mantida a previsão de Selic de 14,25% no fim de 2015.

 

A perspectiva para a economia em 2015 parou de se deteriorar no Focus após dezessete semanas seguidas de piora. Segundo a nova previsão, o produto interno bruto (PIB) de 2015 deve recuar 3,1%. Mas os economistas ouvidos pelo BC pioraram sua previsão para o ano que vem, e agora projeta que da de 2% do PIB. Na semana passada, a previsão era de contração de 1,9%.

Para o ano que vem, economistas ouvidos pela pesquisa Focus projetam IPCA de 6,5%, no teto da meta perseguida pelo Banco Central.


 


A inflação de 2015 deve passar de 10%, segundo a nova projeção dos economistas ouvidos na pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. Para 2016, a previsão é de IPCA de 6,5%, no limite do teto da meta de inflação perseguida pelo BC.


 


A pesquisa semanal mostrou que a expectativa para a alta do inflação neste ano é de 10,04%. Na semana passada, a projeção era de 9,9%. A projeção para 2016 havia sido de 6,2% na última semana. O centro da meta de inflação no Brasil é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


 


PATROCINADORES

O BC mudou recentemente seu discurso e passou a destacar que fará o que for preciso para levar a inflação ao centro da meta em 2017. Antes, dizia que esse nível seria atingindo ao final de 2016.


 


A expectativa para a alta dos preços administrados no ano que vem piorou pela nona semana seguida e chegou a 7% - há uma semana, havia sido de 6,95%. Para este ano, permanece em 17%.


 


Apesar da maior pressão inflacionária, o levantamento com uma centena de especialistas não mostrou desta vez alteração na perspectiva para a taxa básica de juros no final do ano que vem. A previsão segue sendo de taxa Selic de 13,25%. Também foi mantida a previsão de Selic de 14,25% no fim de 2015.


 


A perspectiva para a economia em 2015 parou de se deteriorar no Focus após dezessete semanas seguidas de piora. Segundo a nova previsão, o produto interno bruto (PIB) de 2015 deve recuar 3,1%. Mas os economistas ouvidos pelo BC pioraram sua previsão para o ano que vem, e agora projeta que da de 2% do PIB. Na semana passada, a previsão era de contração de 1,9%.


Para o ano que vem, economistas ouvidos pela pesquisa Focus projetam IPCA de 6,5%, no teto da meta perseguida pelo Banco Central.



A inflação de 2015 deve passar de 10%, segundo a nova projeção dos economistas ouvidos na pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. Para 2016, a previsão é de IPCA de 6,5%, no limite do teto da meta de inflação perseguida pelo BC.



A pesquisa semanal mostrou que a expectativa para a alta do inflação neste ano é de 10,04%. Na semana passada, a projeção era de 9,9%. A projeção para 2016 havia sido de 6,2% na última semana. O centro da meta de inflação no Brasil é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.



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O BC mudou recentemente seu discurso e passou a destacar que fará o que for preciso para levar a inflação ao centro da meta em 2017. Antes, dizia que esse nível seria atingindo ao final de 2016.



A expectativa para a alta dos preços administrados no ano que vem piorou pela nona semana seguida e chegou a 7% - há uma semana, havia sido de 6,95%. Para este ano, permanece em 17%.



Apesar da maior pressão inflacionária, o levantamento com uma centena de especialistas não mostrou desta vez alteração na perspectiva para a taxa básica de juros no final do ano que vem. A previsão segue sendo de taxa Selic de 13,25%. Também foi mantida a previsão de Selic de 14,25% no fim de 2015.



A perspectiva para a economia em 2015 parou de se deteriorar no Focus após dezessete semanas seguidas de piora. Segundo a nova previsão, o produto interno bruto (PIB) de 2015 deve recuar 3,1%. Mas os economistas ouvidos pelo BC pioraram sua previsão para o ano que vem, e agora projeta que da de 2% do PIB. Na semana passada, a previsão era de contração de 1,9%.



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