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Dilma chega a Paris para participar da Cúpula do Clima da ONU

Publicado por TV Minas em 28/11/2015

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Presidente desembarcou na França no início da tarde deste sábado (28). Ela discursará na segunda (30) e retornará ao Brasil após evento.

 

A presidente Dilma Rousseff desembarcou no início da tarde deste sábado (28) em Paris (França) para participar na próxima segunda (30) da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-21).

 

Inicialmente, após participar da conferência, Dilma seguiria para o Vietnã e o Japão, onde teria série de compromissos oficiais e apresentaria a investidores estrangeiros o plano de concessões do governo. Ela, porém, cancelou a viagem e retornará ao Brasil para acompanhar a votação, pelo Congresso Nacional, da proposta de revisão da meta fiscal deste ano.

 

Na COP-21, Dilma discursará e apresentará o resultado de medidas adotadas pelo Brasil para reduzir o desmatamento e a emissão de gases do efeito estufa. O evento ocorrerá no domingo (29) e na segunda (30), quando a presidente fará seu pronunciamento. Ela retornará ao Brasil no mesmo dia e deve chegar na madrugada de terça (1º).

 

Entre as metas estipuladas pelo governo para o meio ambiente, estão reflorestar de 120 mil km² e zerar o desmatamento ilegal até 2030. Esses objetivos foram apresentados por Dilma em junho deste ano, durante viagem a Washington (EUA) para se encontrar com o presidente Barack Obama.

 

 

Desastre em Mariana

 

A participação de Dilma da Conferência do Clima ocorre cerca de três semanas após o rompimento de duas barragens em Mariana (MG), que resultou na morte de pelo menos 13 pessoas, deixou moradores da região desabrigados e fez com que a lama percorresse cerca de 700 quilômetros pelo Rio Doce até chegar ao mar no Espírito Santo.

 

Segundo ministros próximos a Dilma, há expectativa no governo brasileiro de que a comunidade internacional faça cobranças sobre ações que foram tomadas desde que o desastre de Mariana ocorreu.

 

Perguntada sobre se o governo se preparou para dar essas explicações, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltou que a COP trata de mudanças climáticas e não desastres naturais. Ela ainda enfatizou que o rompimento das barragens “foi provocado pela atividade econômica”. Em entrevistas no Planalto, contudo, Izabella disse não “temer” a cobrança internacional.

Presidente desembarcou na França no início da tarde deste sábado (28). Ela discursará na segunda (30) e retornará ao Brasil após evento.


 


A presidente Dilma Rousseff desembarcou no início da tarde deste sábado (28) em Paris (França) para participar na próxima segunda (30) da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-21).


 


Inicialmente, após participar da conferência, Dilma seguiria para o Vietnã e o Japão, onde teria série de compromissos oficiais e apresentaria a investidores estrangeiros o plano de concessões do governo. Ela, porém, cancelou a viagem e retornará ao Brasil para acompanhar a votação, pelo Congresso Nacional, da proposta de revisão da meta fiscal deste ano.


 


Na COP-21, Dilma discursará e apresentará o resultado de medidas adotadas pelo Brasil para reduzir o desmatamento e a emissão de gases do efeito estufa. O evento ocorrerá no domingo (29) e na segunda (30), quando a presidente fará seu pronunciamento. Ela retornará ao Brasil no mesmo dia e deve chegar na madrugada de terça (1º).


 


Entre as metas estipuladas pelo governo para o meio ambiente, estão reflorestar de 120 mil km² e zerar o desmatamento ilegal até 2030. Esses objetivos foram apresentados por Dilma em junho deste ano, durante viagem a Washington (EUA) para se encontrar com o presidente Barack Obama.


PATROCINADORES

 


 


Desastre em Mariana


 


A participação de Dilma da Conferência do Clima ocorre cerca de três semanas após o rompimento de duas barragens em Mariana (MG), que resultou na morte de pelo menos 13 pessoas, deixou moradores da região desabrigados e fez com que a lama percorresse cerca de 700 quilômetros pelo Rio Doce até chegar ao mar no Espírito Santo.


 


Segundo ministros próximos a Dilma, há expectativa no governo brasileiro de que a comunidade internacional faça cobranças sobre ações que foram tomadas desde que o desastre de Mariana ocorreu.


 


Perguntada sobre se o governo se preparou para dar essas explicações, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltou que a COP trata de mudanças climáticas e não desastres naturais. Ela ainda enfatizou que o rompimento das barragens “foi provocado pela atividade econômica”. Em entrevistas no Planalto, contudo, Izabella disse não “temer” a cobrança internacional.


Presidente desembarcou na França no início da tarde deste sábado (28). Ela discursará na segunda (30) e retornará ao Brasil após evento.



A presidente Dilma Rousseff desembarcou no início da tarde deste sábado (28) em Paris (França) para participar na próxima segunda (30) da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-21).



Inicialmente, após participar da conferência, Dilma seguiria para o Vietnã e o Japão, onde teria série de compromissos oficiais e apresentaria a investidores estrangeiros o plano de concessões do governo. Ela, porém, cancelou a viagem e retornará ao Brasil para acompanhar a votação, pelo Congresso Nacional, da proposta de revisão da meta fiscal deste ano.



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Na COP-21, Dilma discursará e apresentará o resultado de medidas adotadas pelo Brasil para reduzir o desmatamento e a emissão de gases do efeito estufa. O evento ocorrerá no domingo (29) e na segunda (30), quando a presidente fará seu pronunciamento. Ela retornará ao Brasil no mesmo dia e deve chegar na madrugada de terça (1º).



Entre as metas estipuladas pelo governo para o meio ambiente, estão reflorestar de 120 mil km² e zerar o desmatamento ilegal até 2030. Esses objetivos foram apresentados por Dilma em junho deste ano, durante viagem a Washington (EUA) para se encontrar com o presidente Barack Obama.



Desastre em Mariana



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A participação de Dilma da Conferência do Clima ocorre cerca de três semanas após o rompimento de duas barragens em Mariana (MG), que resultou na morte de pelo menos 13 pessoas, deixou moradores da região desabrigados e fez com que a lama percorresse cerca de 700 quilômetros pelo Rio Doce até chegar ao mar no Espírito Santo.



Segundo ministros próximos a Dilma, há expectativa no governo brasileiro de que a comunidade internacional faça cobranças sobre ações que foram tomadas desde que o desastre de Mariana ocorreu.



Perguntada sobre se o governo se preparou para dar essas explicações, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltou que a COP trata de mudanças climáticas e não desastres naturais. Ela ainda enfatizou que o rompimento das barragens “foi provocado pela atividade econômica”. Em entrevistas no Planalto, contudo, Izabella disse não “temer” a cobrança internacional.



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