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STF autoriza quebra de sigilo bancário de Renan Calheiros

Publicado por TV Minas em 19/12/2015

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O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou no último dia 9 a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A informação foi obtida e divulgada pela revista Época.

 

Segundo a reportagem, a medida foi concedida a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República) e refere-se ao período de 2010 e 2014. A suspeita é a de que Calheiros recebia propinas de contratos da Transpetro, uma subsidiária da Petrobras.

 

O despacho do ministro Teori Zavascki, continua a revista, cita propina em um contrato de 240 milhões de reais e que havia sido repassada como doação ao PMDB de Alagoas, controlado pelo presidente do Senado. Os valores teriam sido pagos pelo consórcio Rio Maguari, vencedor de uma licitação feita em 2010 para a construção de 20 comboios de barcaças.

 

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o advogado de Calheiros, Eugênio Pacelli, declarou não ter sido informado dessa decisão e que a mesma lhe causa “indignação”. Ainda segundo ele, a notícia lhe surpreendeu, pois passa a impressão de que o presidente do Senado estaria tentando obstruir investigações. 

O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou no último dia 9 a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A informação foi obtida e divulgada pela revista Época.


 


Segundo a reportagem, a medida foi concedida a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República) e refere-se ao período de 2010 e 2014. A suspeita é a de que Calheiros recebia propinas de contratos da Transpetro, uma subsidiária da Petrobras.


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O despacho do ministro Teori Zavascki, continua a revista, cita propina em um contrato de 240 milhões de reais e que havia sido repassada como doação ao PMDB de Alagoas, controlado pelo presidente do Senado. Os valores teriam sido pagos pelo consórcio Rio Maguari, vencedor de uma licitação feita em 2010 para a construção de 20 comboios de barcaças.


 


De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o advogado de Calheiros, Eugênio Pacelli, declarou não ter sido informado dessa decisão e que a mesma lhe causa “indignação”. Ainda segundo ele, a notícia lhe surpreendeu, pois passa a impressão de que o presidente do Senado estaria tentando obstruir investigações. 


O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou no último dia 9 a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A informação foi obtida e divulgada pela revista Época.



Segundo a reportagem, a medida foi concedida a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República) e refere-se ao período de 2010 e 2014. A suspeita é a de que Calheiros recebia propinas de contratos da Transpetro, uma subsidiária da Petrobras.



O despacho do ministro Teori Zavascki, continua a revista, cita propina em um contrato de 240 milhões de reais e que havia sido repassada como doação ao PMDB de Alagoas, controlado pelo presidente do Senado. Os valores teriam sido pagos pelo consórcio Rio Maguari, vencedor de uma licitação feita em 2010 para a construção de 20 comboios de barcaças.



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De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o advogado de Calheiros, Eugênio Pacelli, declarou não ter sido informado dessa decisão e que a mesma lhe causa “indignação”. Ainda segundo ele, a notícia lhe surpreendeu, pois passa a impressão de que o presidente do Senado estaria tentando obstruir investigações. 



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