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Bem Estar

Mães aos 30 tendem a ter filhos mais inteligentes, aponta estudo

Publicado por TV Minas em 21/12/2015

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Com o passar do tempo muitas coisas mudaram em nossa sociedade. Uma delas é a idade que os casais decidem ter filhos. Atualmente, a idade é cada vez mais elevada e os 30 parecem ser os novos 20. E isso é bom, aponta um estudo.

 

De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal Biodemography and Social Biology, a idade em que as mães têm seus filhos pode influenciar no desenvolvimento dos bebês. E, nesse caso, se a mãe estiver por volta dos 30, melhor.

 

As pesquisas envolveram vários testes cognitivos e os bebês que nasceram com suas mães na faixa dos 30 se destacaram mais que os outros. O estudo ainda fala de mães na faixa dos 40, indicando que seus filhos têm mais tendência de serem obesos.

 

“Mães de primeira viagem que estão na faixa dos 30 anos tem, por exemplo, tendência a estarem mais estáveis em seus relacionamentos, com mais possibilidades de ter um salário melhor. E tudo isso com um corpo mais saudável do que de uma mulher mais velha. Esse conjunto faz muita diferença”, indica Alice Goisis, uma das integrantes da equipe que fez os estudos.

 

Para os médicos, a importância desse tipo de estudo reside principalmente no incentivo às pacientes de tomarem as devidas precauções durante eventuais gravidezes. Ela ajuda também médicos a indicarem métodos mais seguros para pacientes mais velhas, por exemplo.

 

Os resultados obtidos agora irão diretamente para uma instituição britânica que cuida do desenvolvimento de nada menos do que 18 mil crianças locais. Por lá, os resultados serão somados a novos experimentos que serão realizados.

Com o passar do tempo muitas coisas mudaram em nossa sociedade. Uma delas é a idade que os casais decidem ter filhos. Atualmente, a idade é cada vez mais elevada e os 30 parecem ser os novos 20. E isso é bom, aponta um estudo.


 


De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal Biodemography and Social Biology, a idade em que as mães têm seus filhos pode influenciar no desenvolvimento dos bebês. E, nesse caso, se a mãe estiver por volta dos 30, melhor.


 


As pesquisas envolveram vários testes cognitivos e os bebês que nasceram com suas mães na faixa dos 30 se destacaram mais que os outros. O estudo ainda fala de mães na faixa dos 40, indicando que seus filhos têm mais tendência de serem obesos.


PATROCINADORES

 


“Mães de primeira viagem que estão na faixa dos 30 anos tem, por exemplo, tendência a estarem mais estáveis em seus relacionamentos, com mais possibilidades de ter um salário melhor. E tudo isso com um corpo mais saudável do que de uma mulher mais velha. Esse conjunto faz muita diferença”, indica Alice Goisis, uma das integrantes da equipe que fez os estudos.


 


Para os médicos, a importância desse tipo de estudo reside principalmente no incentivo às pacientes de tomarem as devidas precauções durante eventuais gravidezes. Ela ajuda também médicos a indicarem métodos mais seguros para pacientes mais velhas, por exemplo.


 


Os resultados obtidos agora irão diretamente para uma instituição britânica que cuida do desenvolvimento de nada menos do que 18 mil crianças locais. Por lá, os resultados serão somados a novos experimentos que serão realizados.


Com o passar do tempo muitas coisas mudaram em nossa sociedade. Uma delas é a idade que os casais decidem ter filhos. Atualmente, a idade é cada vez mais elevada e os 30 parecem ser os novos 20. E isso é bom, aponta um estudo.



De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal Biodemography and Social Biology, a idade em que as mães têm seus filhos pode influenciar no desenvolvimento dos bebês. E, nesse caso, se a mãe estiver por volta dos 30, melhor.



As pesquisas envolveram vários testes cognitivos e os bebês que nasceram com suas mães na faixa dos 30 se destacaram mais que os outros. O estudo ainda fala de mães na faixa dos 40, indicando que seus filhos têm mais tendência de serem obesos.



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“Mães de primeira viagem que estão na faixa dos 30 anos tem, por exemplo, tendência a estarem mais estáveis em seus relacionamentos, com mais possibilidades de ter um salário melhor. E tudo isso com um corpo mais saudável do que de uma mulher mais velha. Esse conjunto faz muita diferença”, indica Alice Goisis, uma das integrantes da equipe que fez os estudos.



Para os médicos, a importância desse tipo de estudo reside principalmente no incentivo às pacientes de tomarem as devidas precauções durante eventuais gravidezes. Ela ajuda também médicos a indicarem métodos mais seguros para pacientes mais velhas, por exemplo.



Os resultados obtidos agora irão diretamente para uma instituição britânica que cuida do desenvolvimento de nada menos do que 18 mil crianças locais. Por lá, os resultados serão somados a novos experimentos que serão realizados.



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