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Novo ministro do Planejamento defende CPMF e ajuste na Previdência

Publicado por TV Minas em 22/12/2015

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Simão assume a chefia do ministério no lugar de Nelson Barbosa. Cerimônia de transmissão do cargo ocorreu nesta terça-feira, em Brasília.

 

Valdir Moysés Simão assumiu o Ministerio do Planejamento na manhã desta terça-feira (22), em cerimônia realizada em Brasília. A chefia da pasta era de Nelson Barbosa, que foi empossado na véspera como o novo ministro da Fazenda, no lugar de Joaquim Levy.

 

Após a cerimônia, em conversa com jornalistas, o novo ministro falou sobre CPMF e Previdência, dois dos temas que têm centrado as discussões dentro do governo e do Congresso.

 

Para Simão, a CPMF está prevista e é "muito importante" para que a meta de superávit seja atingida no próximo ano. "Vamos trabalhar para sua aprovação também." A meta de superávit primário em 2016 será o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

O novo ministro destacou ainda que novas medidas legislativas serão necessárias, principalmente na área da Previdência.

 

"Nós precisamos discutir alternativas para retardar a entrada na inatividade. Nós temos hoje uma mudança na nossa pirâmide demográfica em função da redução na taxa de natalidade e do aumento da expectativa de vida. Nós temos que adaptar o sistema para que ele tenha a sustetabilidade e se equilibre para garantir o beneficio para as futuras gerações", disse.

 

O "retardamento" para a aposentadoria pode ser feito por meio do "estabelecimento de limite de idade ou por uma conjunção entre idade e tempo de contribuição" . "Isso tem que ser debatido e temos que buscar uma fórmula que atenda nossa expectativa de médio e longo prazo e que seja aprovado pelo Congresso Nacional. Para garantir a sustentabilidade, precisamo fazer esses ajustes."

 

Simão é ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) desde janeiro de 2015. Com a ida dele para o Planejamento, Carlos Higino Ribeiro de Alencar assume interinamente como chefe da CGU.

 

 

Perfil do novo ministro

 

Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente",  ele ocupou, antes, o cargo de secretário-executivo da Casa Civil.

 

Simão também foi secretário-executivo do Ministério do Turismo entre 2011 e 2013, quando a pasta era comandada por Gastão Vieira. Nesse período, atuou em projetos destinados a dar maior transparência e aumentar o controle de contratos e gastos previstos no orçamento da pasta, como a criação do Sistema de Acompanhamento dos Contratos de Repasse (Siacor), que monitora a execução dos convênios de obras de infraestrutura.

 

O novo ministro do Planejamento possui Master em Direção e Gestão de Sistemas de Seguridade Social pela Universidade de Alcalá (Espanha) e graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (São Paulo).

 

Iniciou sua carreira no serviço público em 1987, como auditor-fiscal da Receita Federal. No ano de 2000, foi superintendente do Instituto Nacional do Seguro Social no Estado de São Paulo. No período de agosto de 2000 a março de 2003, foi diretor da receita previdenciária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

 

De agosto de 2005 a abril de 2007, foi presidente do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre 2007 e 2008, atuou como secretário-adjunto da Receita Federal do Brasil e assessor especial do Ministério da Previdência Social.

 

Em dezembro de 2008 assumiu novamente a Presidência do Instituto Nacional do Seguro Social onde permaneceu até 2010. No ano de 2011, foi secretário de estado da Fazenda do Distrito Federal.

 

De 2011 a 2013, foi secretário-executivo do Ministério do Turismo. Em seguida, atuou como assessor especial do Gabinete Pessoal da Presidente da República, e, em 2014, assumiu a Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República até ser convidado para o cargo de ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU).

 

 

Leia também: Simão propõe sistema de controle ‘em tempo real’ dos benefícios sociais

Simão assume a chefia do ministério no lugar de Nelson Barbosa. Cerimônia de transmissão do cargo ocorreu nesta terça-feira, em Brasília.


 


Valdir Moysés Simão assumiu o Ministerio do Planejamento na manhã desta terça-feira (22), em cerimônia realizada em Brasília. A chefia da pasta era de Nelson Barbosa, que foi empossado na véspera como o novo ministro da Fazenda, no lugar de Joaquim Levy.


 


Após a cerimônia, em conversa com jornalistas, o novo ministro falou sobre CPMF e Previdência, dois dos temas que têm centrado as discussões dentro do governo e do Congresso.


 


Para Simão, a CPMF está prevista e é "muito importante" para que a meta de superávit seja atingida no próximo ano. "Vamos trabalhar para sua aprovação também." A meta de superávit primário em 2016 será o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).


 


O novo ministro destacou ainda que novas medidas legislativas serão necessárias, principalmente na área da Previdência.


 


"Nós precisamos discutir alternativas para retardar a entrada na inatividade. Nós temos hoje uma mudança na nossa pirâmide demográfica em função da redução na taxa de natalidade e do aumento da expectativa de vida. Nós temos que adaptar o sistema para que ele tenha a sustetabilidade e se equilibre para garantir o beneficio para as futuras gerações", disse.


 


O "retardamento" para a aposentadoria pode ser feito por meio do "estabelecimento de limite de idade ou por uma conjunção entre idade e tempo de contribuição" . "Isso tem que ser debatido e temos que buscar uma fórmula que atenda nossa expectativa de médio e longo prazo e que seja aprovado pelo Congresso Nacional. Para garantir a sustentabilidade, precisamo fazer esses ajustes."


 


Simão é ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) desde janeiro de 2015. Com a ida dele para o Planejamento, Carlos Higino Ribeiro de Alencar assume interinamente como chefe da CGU.


 


 


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Perfil do novo ministro


 


Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente",  ele ocupou, antes, o cargo de secretário-executivo da Casa Civil.


 


Simão também foi secretário-executivo do Ministério do Turismo entre 2011 e 2013, quando a pasta era comandada por Gastão Vieira. Nesse período, atuou em projetos destinados a dar maior transparência e aumentar o controle de contratos e gastos previstos no orçamento da pasta, como a criação do Sistema de Acompanhamento dos Contratos de Repasse (Siacor), que monitora a execução dos convênios de obras de infraestrutura.


 


O novo ministro do Planejamento possui Master em Direção e Gestão de Sistemas de Seguridade Social pela Universidade de Alcalá (Espanha) e graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (São Paulo).


 


Iniciou sua carreira no serviço público em 1987, como auditor-fiscal da Receita Federal. No ano de 2000, foi superintendente do Instituto Nacional do Seguro Social no Estado de São Paulo. No período de agosto de 2000 a março de 2003, foi diretor da receita previdenciária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


 


De agosto de 2005 a abril de 2007, foi presidente do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre 2007 e 2008, atuou como secretário-adjunto da Receita Federal do Brasil e assessor especial do Ministério da Previdência Social.


 


Em dezembro de 2008 assumiu novamente a Presidência do Instituto Nacional do Seguro Social onde permaneceu até 2010. No ano de 2011, foi secretário de estado da Fazenda do Distrito Federal.


 


De 2011 a 2013, foi secretário-executivo do Ministério do Turismo. Em seguida, atuou como assessor especial do Gabinete Pessoal da Presidente da República, e, em 2014, assumiu a Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República até ser convidado para o cargo de ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU).


 


 


Leia também: Simão propõe sistema de controle ‘em tempo real’ dos benefícios sociais


Simão assume a chefia do ministério no lugar de Nelson Barbosa. Cerimônia de transmissão do cargo ocorreu nesta terça-feira, em Brasília.



Valdir Moysés Simão assumiu o Ministerio do Planejamento na manhã desta terça-feira (22), em cerimônia realizada em Brasília. A chefia da pasta era de Nelson Barbosa, que foi empossado na véspera como o novo ministro da Fazenda, no lugar de Joaquim Levy.



Após a cerimônia, em conversa com jornalistas, o novo ministro falou sobre CPMF e Previdência, dois dos temas que têm centrado as discussões dentro do governo e do Congresso.



Para Simão, a CPMF está prevista e é "muito importante" para que a meta de superávit seja atingida no próximo ano. "Vamos trabalhar para sua aprovação também." A meta de superávit primário em 2016 será o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).



O novo ministro destacou ainda que novas medidas legislativas serão necessárias, principalmente na área da Previdência.



"Nós precisamos discutir alternativas para retardar a entrada na inatividade. Nós temos hoje uma mudança na nossa pirâmide demográfica em função da redução na taxa de natalidade e do aumento da expectativa de vida. Nós temos que adaptar o sistema para que ele tenha a sustetabilidade e se equilibre para garantir o beneficio para as futuras gerações", disse.



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Simão é ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) desde janeiro de 2015. Com a ida dele para o Planejamento, Carlos Higino Ribeiro de Alencar assume interinamente como chefe da CGU.



Perfil do novo ministro



Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente",  ele ocupou, antes, o cargo de secretário-executivo da Casa Civil.



Simão também foi secretário-executivo do Ministério do Turismo entre 2011 e 2013, quando a pasta era comandada por Gastão Vieira. Nesse período, atuou em projetos destinados a dar maior transparência e aumentar o controle de contratos e gastos previstos no orçamento da pasta, como a criação do Sistema de Acompanhamento dos Contratos de Repasse (Siacor), que monitora a execução dos convênios de obras de infraestrutura.



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O novo ministro do Planejamento possui Master em Direção e Gestão de Sistemas de Seguridade Social pela Universidade de Alcalá (Espanha) e graduação em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (São Paulo).



Iniciou sua carreira no serviço público em 1987, como auditor-fiscal da Receita Federal. No ano de 2000, foi superintendente do Instituto Nacional do Seguro Social no Estado de São Paulo. No período de agosto de 2000 a março de 2003, foi diretor da receita previdenciária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).



De agosto de 2005 a abril de 2007, foi presidente do Instituto Nacional do Seguro Social. Entre 2007 e 2008, atuou como secretário-adjunto da Receita Federal do Brasil e assessor especial do Ministério da Previdência Social.



Em dezembro de 2008 assumiu novamente a Presidência do Instituto Nacional do Seguro Social onde permaneceu até 2010. No ano de 2011, foi secretário de estado da Fazenda do Distrito Federal.



De 2011 a 2013, foi secretário-executivo do Ministério do Turismo. Em seguida, atuou como assessor especial do Gabinete Pessoal da Presidente da República, e, em 2014, assumiu a Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República até ser convidado para o cargo de ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU).



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