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Quais são os países que proíbem o Natal?

Publicado por TV Minas em 24/12/2015

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O Natal é uma das celebrações mais difundidas no mundo, mas não é vista com bons olhos em todos os lugares.

 

Em alguns países, as celebrações natalinas são reguladas ou totalmente proibidas. Em outros lugares a compra e venda de certos produtos e até as reuniões familiares são limitadas.

 

O país que mais recentemente entrou na lista dos que proíbem a festividade é o Tajiquistão, na Ásia central. Nesta semana autoridades do país anunciaram que endurecerão as restrições para a celebração do Natal.

 

O Tajiquistão é uma república faz fronteira com o Afeganistão ao sul, com a China ao leste, com o Quirguistão ao norte e com o Uzbequistão a oeste.

 

O governo proibiu as seguintes tradições natalinas:

1. Árvores de Natal (naturais ou artificiais) 
2. Fogos de artifício 
3. Comidas natalinas 
4. Troca de presentes 
5. Arrecadação de dinheiro 
6. Fantasia de papai-noel

 

A religião muçulmana é maioria no país e cresce desde que o Tajiquistão se separou da União Soviética em 1991.

 

 

Outros países

 

Em Brunei, no sudeste asiático, proibiu-se o uso em público de gorros de Papai Noel ou qualquer outro tipo de indumentária relacionada. As pessoas não muçulmanas são autorizadas a celebrar o Natal, desde que não em público. O Islã é a religião oficial do país e o sultão é o chefe religioso neste reino, que faz fronteira com a Malásia.

 

Como ocorre anualmente, a Arábia Saudita emitiu uma regulamentação anual que proíbe "sinais visíveis" da celebração do Natal. Tanto muçulmanos como visitantes não podem participar da celebração. O governo determina que todos devem se orientar pelo calendário lunar e não pelo gregoriano. Na Arábia Saudita também é proibida a celebração do Dia das Bruxas. Em 2012, 41 cristãos foram detidos pela polícia religiosa árabe acusados de "conspirar para celebrar o Natal".

 

Enquanto isso, na China, onde convivem a abertura ao capitalismo de mercado e a proteção das tradições, há zonas onde as festividades natalinas seguem vetadas. Uma das cidades onde a celebração é proibida é Wenzhou (na China oriental), cuja prefeitura vetou todas as celebrações natalinas nas escolas e nos centros comunitários.

 

 

Natal entre refugiados

 

O Natal é celebrado com moderação no Iraque e na Síria, locais onde aumentaram os ataques a centros de culto cristãos desde que a guerra civil se agravou. Um grupo de voluntários chegou a ir ao Iraque para celebrar com os cristãos que vivem em campos de refugiados.

O Natal é uma das celebrações mais difundidas no mundo, mas não é vista com bons olhos em todos os lugares.


 


Em alguns países, as celebrações natalinas são reguladas ou totalmente proibidas. Em outros lugares a compra e venda de certos produtos e até as reuniões familiares são limitadas.


 


O país que mais recentemente entrou na lista dos que proíbem a festividade é o Tajiquistão, na Ásia central. Nesta semana autoridades do país anunciaram que endurecerão as restrições para a celebração do Natal.


 


O Tajiquistão é uma república faz fronteira com o Afeganistão ao sul, com a China ao leste, com o Quirguistão ao norte e com o Uzbequistão a oeste.


 


O governo proibiu as seguintes tradições natalinas:


1. Árvores de Natal (naturais ou artificiais) 
2. Fogos de artifício 
3. Comidas natalinas 
4. Troca de presentes 
5. Arrecadação de dinheiro 
6. Fantasia de papai-noel


 


A religião muçulmana é maioria no país e cresce desde que o Tajiquistão se separou da União Soviética em 1991.


 


PATROCINADORES

 


Outros países


 


Em Brunei, no sudeste asiático, proibiu-se o uso em público de gorros de Papai Noel ou qualquer outro tipo de indumentária relacionada. As pessoas não muçulmanas são autorizadas a celebrar o Natal, desde que não em público. O Islã é a religião oficial do país e o sultão é o chefe religioso neste reino, que faz fronteira com a Malásia.


 


Como ocorre anualmente, a Arábia Saudita emitiu uma regulamentação anual que proíbe "sinais visíveis" da celebração do Natal. Tanto muçulmanos como visitantes não podem participar da celebração. O governo determina que todos devem se orientar pelo calendário lunar e não pelo gregoriano. Na Arábia Saudita também é proibida a celebração do Dia das Bruxas. Em 2012, 41 cristãos foram detidos pela polícia religiosa árabe acusados de "conspirar para celebrar o Natal".


 


Enquanto isso, na China, onde convivem a abertura ao capitalismo de mercado e a proteção das tradições, há zonas onde as festividades natalinas seguem vetadas. Uma das cidades onde a celebração é proibida é Wenzhou (na China oriental), cuja prefeitura vetou todas as celebrações natalinas nas escolas e nos centros comunitários.


 


 


Natal entre refugiados


 


O Natal é celebrado com moderação no Iraque e na Síria, locais onde aumentaram os ataques a centros de culto cristãos desde que a guerra civil se agravou. Um grupo de voluntários chegou a ir ao Iraque para celebrar com os cristãos que vivem em campos de refugiados.


O Natal é uma das celebrações mais difundidas no mundo, mas não é vista com bons olhos em todos os lugares.



Em alguns países, as celebrações natalinas são reguladas ou totalmente proibidas. Em outros lugares a compra e venda de certos produtos e até as reuniões familiares são limitadas.



O país que mais recentemente entrou na lista dos que proíbem a festividade é o Tajiquistão, na Ásia central. Nesta semana autoridades do país anunciaram que endurecerão as restrições para a celebração do Natal.



O Tajiquistão é uma república faz fronteira com o Afeganistão ao sul, com a China ao leste, com o Quirguistão ao norte e com o Uzbequistão a oeste.



PATROCINADORES

O governo proibiu as seguintes tradições natalinas:



1. Árvores de Natal (naturais ou artificiais) 
2. Fogos de artifício 
3. Comidas natalinas 
4. Troca de presentes 
5. Arrecadação de dinheiro 
6. Fantasia de papai-noel



A religião muçulmana é maioria no país e cresce desde que o Tajiquistão se separou da União Soviética em 1991.



Outros países



PATROCINADORES

Em Brunei, no sudeste asiático, proibiu-se o uso em público de gorros de Papai Noel ou qualquer outro tipo de indumentária relacionada. As pessoas não muçulmanas são autorizadas a celebrar o Natal, desde que não em público. O Islã é a religião oficial do país e o sultão é o chefe religioso neste reino, que faz fronteira com a Malásia.



Como ocorre anualmente, a Arábia Saudita emitiu uma regulamentação anual que proíbe "sinais visíveis" da celebração do Natal. Tanto muçulmanos como visitantes não podem participar da celebração. O governo determina que todos devem se orientar pelo calendário lunar e não pelo gregoriano. Na Arábia Saudita também é proibida a celebração do Dia das Bruxas. Em 2012, 41 cristãos foram detidos pela polícia religiosa árabe acusados de "conspirar para celebrar o Natal".



Enquanto isso, na China, onde convivem a abertura ao capitalismo de mercado e a proteção das tradições, há zonas onde as festividades natalinas seguem vetadas. Uma das cidades onde a celebração é proibida é Wenzhou (na China oriental), cuja prefeitura vetou todas as celebrações natalinas nas escolas e nos centros comunitários.



Natal entre refugiados



O Natal é celebrado com moderação no Iraque e na Síria, locais onde aumentaram os ataques a centros de culto cristãos desde que a guerra civil se agravou. Um grupo de voluntários chegou a ir ao Iraque para celebrar com os cristãos que vivem em campos de refugiados.



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