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EUA criam cidade-fantasma para testar situações muito extremas

Publicado por TV Minas em 26/12/2015

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Terremotos, furacões e, quem sabe, até invasões de outros planetas. As cidades pelo mundo estão completamente ameaçadas por desastres e as autoridades precisam saber como agir.

 

Não a toa, os Estados Unidos resolver criar uma cidade completa com um diferencial: ninguém a habita. Tudo que existe lá faz parte de uma série de testes e simulações que visam salvar as pessoas de situações extremas.

 

A cidade em questão é chamada de CITE e comporta um total de 35 mil pessoas. Está sendo construída no Novo México e deverá ficar pronta 2018. A partir daí, a empresa de tecnologia Pegasus Global Holdings, que cuida da construção, quer destruí-la de maneiras diferentes para testar serviços.

 

E a cidade é perfeita. Sistema de tratamento de água, energia alternativa, transporte inteligente, redes de comunicação, prédios, igreja, centros comercial e até mesmo um aeroporto que tem 38 quilômetros quadrados. Tudo para que a simulação seja perfeita.

 

Se a infraestrutura da cidade que está sendo erguida sobre o deserto impressiona, a parte invisível choca ainda mais. Os carros andam sozinhos por rodovias responsavas, jardins são regados automaticamente e as luzem acendem e apagam por sistemas virtuais inteligentes. Tudo monitorado por computador.

 

O objetivo da Pegasus é atrair pesquisadores e fazer com que outras empresas da área venham fazer testes nos locais. Isso faria da região um local “sede” para esse tipo de indústria, semelhante ao que o Vale do Silício é para empresas de tecnologia.

Terremotos, furacões e, quem sabe, até invasões de outros planetas. As cidades pelo mundo estão completamente ameaçadas por desastres e as autoridades precisam saber como agir.


 


Não a toa, os Estados Unidos resolver criar uma cidade completa com um diferencial: ninguém a habita. Tudo que existe lá faz parte de uma série de testes e simulações que visam salvar as pessoas de situações extremas.


 


A cidade em questão é chamada de CITE e comporta um total de 35 mil pessoas. Está sendo construída no Novo México e deverá ficar pronta 2018. A partir daí, a empresa de tecnologia Pegasus Global Holdings, que cuida da construção, quer destruí-la de maneiras diferentes para testar serviços.


PATROCINADORES

 


E a cidade é perfeita. Sistema de tratamento de água, energia alternativa, transporte inteligente, redes de comunicação, prédios, igreja, centros comercial e até mesmo um aeroporto que tem 38 quilômetros quadrados. Tudo para que a simulação seja perfeita.


 


Se a infraestrutura da cidade que está sendo erguida sobre o deserto impressiona, a parte invisível choca ainda mais. Os carros andam sozinhos por rodovias responsavas, jardins são regados automaticamente e as luzem acendem e apagam por sistemas virtuais inteligentes. Tudo monitorado por computador.


 


O objetivo da Pegasus é atrair pesquisadores e fazer com que outras empresas da área venham fazer testes nos locais. Isso faria da região um local “sede” para esse tipo de indústria, semelhante ao que o Vale do Silício é para empresas de tecnologia.


Terremotos, furacões e, quem sabe, até invasões de outros planetas. As cidades pelo mundo estão completamente ameaçadas por desastres e as autoridades precisam saber como agir.



Não a toa, os Estados Unidos resolver criar uma cidade completa com um diferencial: ninguém a habita. Tudo que existe lá faz parte de uma série de testes e simulações que visam salvar as pessoas de situações extremas.



A cidade em questão é chamada de CITE e comporta um total de 35 mil pessoas. Está sendo construída no Novo México e deverá ficar pronta 2018. A partir daí, a empresa de tecnologia Pegasus Global Holdings, que cuida da construção, quer destruí-la de maneiras diferentes para testar serviços.



PATROCINADORES

E a cidade é perfeita. Sistema de tratamento de água, energia alternativa, transporte inteligente, redes de comunicação, prédios, igreja, centros comercial e até mesmo um aeroporto que tem 38 quilômetros quadrados. Tudo para que a simulação seja perfeita.



Se a infraestrutura da cidade que está sendo erguida sobre o deserto impressiona, a parte invisível choca ainda mais. Os carros andam sozinhos por rodovias responsavas, jardins são regados automaticamente e as luzem acendem e apagam por sistemas virtuais inteligentes. Tudo monitorado por computador.



O objetivo da Pegasus é atrair pesquisadores e fazer com que outras empresas da área venham fazer testes nos locais. Isso faria da região um local “sede” para esse tipo de indústria, semelhante ao que o Vale do Silício é para empresas de tecnologia.



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