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Duplo atentado na Síria deixa mais de 30 mortos e dezenas de feridos

Publicado por TV Minas em 28/12/2015

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Pelo menos 32 pessoas morreram nesta segunda-feira e outras 90 ficaram feridas em um duplo atentado em um bairro de maioria alauita, facção religiosa à qual pertence o ditador sírio Bashar Assad. Os atentados aconteceram na cidade central de Homs. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, ONG que monitora a guerra civil síria, há muitos feridos em estado grave o número de mortos pode aumentar nas próximas horas.

 

Em declarações à agência EFE, o governador de Homs, Talal al Barazi explicou que um carro bomba explodiu no distrito de Al Zahra e que, pouco depois, um terrorista suicida detonou um cinto de explosivos em meio à multidão que se reuniu no local após o primeiro ataque.

 

Al Barazi disse que este duplo atentado possivelmente tenha sido perpetrado por membros da Frente Nusra, filial síria da Al Qaeda, ou da organização jihadista Estado Islâmico (EI). Não é a primeira vez que a área de Al Zahra é palco de um ataque deste tipo. No último dia 12, dezesseis pessoas faleceram e dezenas ficaram feridas após a explosão de um carro-bomba nesse distrito.

 

No começo deste mês, mais de 700 combatentes de facções armadas e civis saíram do bairro de Al Waer, no noroeste de Homs e o último que está em mãos dos opositores, após um acordo com as autoridades. A Síria é há mais de quatro anos palco de um violento conflito que deixou mais de 250.000 mortos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Pelo menos 32 pessoas morreram nesta segunda-feira e outras 90 ficaram feridas em um duplo atentado em um bairro de maioria alauita, facção religiosa à qual pertence o ditador sírio Bashar Assad. Os atentados aconteceram na cidade central de Homs. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, ONG que monitora a guerra civil síria, há muitos feridos em estado grave o número de mortos pode aumentar nas próximas horas.


 


Em declarações à agência EFE, o governador de Homs, Talal al Barazi explicou que um carro bomba explodiu no distrito de Al Zahra e que, pouco depois, um terrorista suicida detonou um cinto de explosivos em meio à multidão que se reuniu no local após o primeiro ataque.


PATROCINADORES

 


Al Barazi disse que este duplo atentado possivelmente tenha sido perpetrado por membros da Frente Nusra, filial síria da Al Qaeda, ou da organização jihadista Estado Islâmico (EI). Não é a primeira vez que a área de Al Zahra é palco de um ataque deste tipo. No último dia 12, dezesseis pessoas faleceram e dezenas ficaram feridas após a explosão de um carro-bomba nesse distrito.


 


No começo deste mês, mais de 700 combatentes de facções armadas e civis saíram do bairro de Al Waer, no noroeste de Homs e o último que está em mãos dos opositores, após um acordo com as autoridades. A Síria é há mais de quatro anos palco de um violento conflito que deixou mais de 250.000 mortos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).


Pelo menos 32 pessoas morreram nesta segunda-feira e outras 90 ficaram feridas em um duplo atentado em um bairro de maioria alauita, facção religiosa à qual pertence o ditador sírio Bashar Assad. Os atentados aconteceram na cidade central de Homs. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, ONG que monitora a guerra civil síria, há muitos feridos em estado grave o número de mortos pode aumentar nas próximas horas.



Em declarações à agência EFE, o governador de Homs, Talal al Barazi explicou que um carro bomba explodiu no distrito de Al Zahra e que, pouco depois, um terrorista suicida detonou um cinto de explosivos em meio à multidão que se reuniu no local após o primeiro ataque.



Al Barazi disse que este duplo atentado possivelmente tenha sido perpetrado por membros da Frente Nusra, filial síria da Al Qaeda, ou da organização jihadista Estado Islâmico (EI). Não é a primeira vez que a área de Al Zahra é palco de um ataque deste tipo. No último dia 12, dezesseis pessoas faleceram e dezenas ficaram feridas após a explosão de um carro-bomba nesse distrito.



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No começo deste mês, mais de 700 combatentes de facções armadas e civis saíram do bairro de Al Waer, no noroeste de Homs e o último que está em mãos dos opositores, após um acordo com as autoridades. A Síria é há mais de quatro anos palco de um violento conflito que deixou mais de 250.000 mortos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).



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