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Ciência & Tecnologia

Mulher passa por tratamento agonizante pra ficar mais alta

Publicado por TV Minas em 29/12/2015

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Durante anos, a inglesa Sanika Hussain sofreu provocações cruéis de valentões. Tendo pouco mais de 1,32 m de altura, ela foi chamada de anormal por algumas pessoas e se sentiu cada vez pior sobre sua aparência. Quando completou 19 anos, os médicos diagnosticaram-na com uma forma de nanismo chamada hipocondroplasia.

 

Desesperada para ser “aceita” pela sociedade, Sanika, hoje com 25 anos, aceitou passar por cinco anos de procedimentos médicos agonizantes para adicionar quase dez centímetros à sua altura. Ambas suas pernas foram quebradas, hastes de metal inseridas e aparelhos fixados para esticá-las. A moça foi forçada a ficar deitada de costas por três anos, enquanto seus ossos se recuperavam.

 

Mas, apesar da dor que sofreu, Sanika disse que os centímetros a mais fazem muita diferença para sua confiança. Agora medindo 1,42 m, ela disse: "Eu finalmente me sinto confortável com meu corpo. Apesar de 10 cm não parecerem muito, para mim, foi a diferença entre me odiar e me sentir confiante. Crescer ouvindo intimidações e xingamentos de ‘anã’ e ‘estranha’ foi terrível e eu acreditei neles. Mas agora, com minhas pernas mais longas, não me vejo como uma ‘anomalia’, eu sou simplesmente uma mulher baixinha”.

 

Ao discutir suas opções com o consultor da Leeds General Infirmary, ela descobriu que um procedimento custaria cerca de R$ 43.600. “Ele explicou que minhas pernas seriam quebradas e pedaços de metal inseridos em minhas canelas para adicionar os centímetros extras.

 

 

Mulher que sofria ‘bullying’ por ser pequena passa por tratamento agonizante para ficar mais alta.

 

 

Aparentemente, a cirurgia semelhante é normalmente utilizada por pessoas que tiveram seus membros danificados em acidentes. Ele me avisou que seria extremamente doloroso, mas me disse que poderia adicionar cerca de 10 centímetros à minha altura, e eu sabia que tinha que fazer isso”, descreveu ela.

 

Em novembro de 2010, a cirurgia de oito horas foi realizada no Leeds General Infirmary, onde hastes de metal foram inseridas em cada perna da mulher. Uma cinta de metal foi montada para cada perna e presa com parafusos, para garantir o encaixe dos pinos. Após um ano de operação, ela sofreu um revés. Sua perna direita teve um esmagamento quando ela se abaixou para afastar seu gato, voltando ao início do tratamento. Apesar do golpe, ela se recusou a desistir de seu sonho, e a haste em sua perna esquerda foi removida, em abril de 2014.

 

Em maio deste ano, o tratamento passou pela última etapa, e levou mais seis semanas até que Sanika pudesse andar sem ajuda alguma. "Antes da cirurgia eu nunca teria sonhado em falar com um homem. Eu nunca me senti atraente ou confiante para enfrentar o mundo. Agora, eu estou pronta para tentar um namoro virtual. Essa é a melhor coisa que já aconteceu para mim, mesmo que eu ainda tenha que ser cuidadosa. Eu faria tudo novamente em um piscar de olhos. Os últimos anos têm sido uma tortura, mas valeu a pena. Um dia, eu ainda poderei usar saltos altos", concluiu.

 

 

Durante anos, a inglesa Sanika Hussain sofreu provocações cruéis de valentões. Tendo pouco mais de 1,32 m de altura, ela foi chamada de anormal por algumas pessoas e se sentiu cada vez pior sobre sua aparência. Quando completou 19 anos, os médicos diagnosticaram-na com uma forma de nanismo chamada hipocondroplasia.


 


Desesperada para ser “aceita” pela sociedade, Sanika, hoje com 25 anos, aceitou passar por cinco anos de procedimentos médicos agonizantes para adicionar quase dez centímetros à sua altura. Ambas suas pernas foram quebradas, hastes de metal inseridas e aparelhos fixados para esticá-las. A moça foi forçada a ficar deitada de costas por três anos, enquanto seus ossos se recuperavam.


 


Mas, apesar da dor que sofreu, Sanika disse que os centímetros a mais fazem muita diferença para sua confiança. Agora medindo 1,42 m, ela disse: "Eu finalmente me sinto confortável com meu corpo. Apesar de 10 cm não parecerem muito, para mim, foi a diferença entre me odiar e me sentir confiante. Crescer ouvindo intimidações e xingamentos de ‘anã’ e ‘estranha’ foi terrível e eu acreditei neles. Mas agora, com minhas pernas mais longas, não me vejo como uma ‘anomalia’, eu sou simplesmente uma mulher baixinha”.


 


Ao discutir suas opções com o consultor da Leeds General Infirmary, ela descobriu que um procedimento custaria cerca de R$ 43.600. “Ele explicou que minhas pernas seriam quebradas e pedaços de metal inseridos em minhas canelas para adicionar os centímetros extras.


 


 



PATROCINADORES

Mulher que sofria ‘bullying’ por ser pequena passa por tratamento agonizante para ficar mais alta.


 


 


Aparentemente, a cirurgia semelhante é normalmente utilizada por pessoas que tiveram seus membros danificados em acidentes. Ele me avisou que seria extremamente doloroso, mas me disse que poderia adicionar cerca de 10 centímetros à minha altura, e eu sabia que tinha que fazer isso”, descreveu ela.


 


Em novembro de 2010, a cirurgia de oito horas foi realizada no Leeds General Infirmary, onde hastes de metal foram inseridas em cada perna da mulher. Uma cinta de metal foi montada para cada perna e presa com parafusos, para garantir o encaixe dos pinos. Após um ano de operação, ela sofreu um revés. Sua perna direita teve um esmagamento quando ela se abaixou para afastar seu gato, voltando ao início do tratamento. Apesar do golpe, ela se recusou a desistir de seu sonho, e a haste em sua perna esquerda foi removida, em abril de 2014.


 


Em maio deste ano, o tratamento passou pela última etapa, e levou mais seis semanas até que Sanika pudesse andar sem ajuda alguma. "Antes da cirurgia eu nunca teria sonhado em falar com um homem. Eu nunca me senti atraente ou confiante para enfrentar o mundo. Agora, eu estou pronta para tentar um namoro virtual. Essa é a melhor coisa que já aconteceu para mim, mesmo que eu ainda tenha que ser cuidadosa. Eu faria tudo novamente em um piscar de olhos. Os últimos anos têm sido uma tortura, mas valeu a pena. Um dia, eu ainda poderei usar saltos altos", concluiu.


 


 



Durante anos, a inglesa Sanika Hussain sofreu provocações cruéis de valentões. Tendo pouco mais de 1,32 m de altura, ela foi chamada de anormal por algumas pessoas e se sentiu cada vez pior sobre sua aparência. Quando completou 19 anos, os médicos diagnosticaram-na com uma forma de nanismo chamada hipocondroplasia.



Desesperada para ser “aceita” pela sociedade, Sanika, hoje com 25 anos, aceitou passar por cinco anos de procedimentos médicos agonizantes para adicionar quase dez centímetros à sua altura. Ambas suas pernas foram quebradas, hastes de metal inseridas e aparelhos fixados para esticá-las. A moça foi forçada a ficar deitada de costas por três anos, enquanto seus ossos se recuperavam.



Mas, apesar da dor que sofreu, Sanika disse que os centímetros a mais fazem muita diferença para sua confiança. Agora medindo 1,42 m, ela disse: "Eu finalmente me sinto confortável com meu corpo. Apesar de 10 cm não parecerem muito, para mim, foi a diferença entre me odiar e me sentir confiante. Crescer ouvindo intimidações e xingamentos de ‘anã’ e ‘estranha’ foi terrível e eu acreditei neles. Mas agora, com minhas pernas mais longas, não me vejo como uma ‘anomalia’, eu sou simplesmente uma mulher baixinha”.



Ao discutir suas opções com o consultor da Leeds General Infirmary, ela descobriu que um procedimento custaria cerca de R$ 43.600. “Ele explicou que minhas pernas seriam quebradas e pedaços de metal inseridos em minhas canelas para adicionar os centímetros extras.



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Mulher que sofria ‘bullying’ por ser pequena passa por tratamento agonizante para ficar mais alta.



Aparentemente, a cirurgia semelhante é normalmente utilizada por pessoas que tiveram seus membros danificados em acidentes. Ele me avisou que seria extremamente doloroso, mas me disse que poderia adicionar cerca de 10 centímetros à minha altura, e eu sabia que tinha que fazer isso”, descreveu ela.



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Em novembro de 2010, a cirurgia de oito horas foi realizada no Leeds General Infirmary, onde hastes de metal foram inseridas em cada perna da mulher. Uma cinta de metal foi montada para cada perna e presa com parafusos, para garantir o encaixe dos pinos. Após um ano de operação, ela sofreu um revés. Sua perna direita teve um esmagamento quando ela se abaixou para afastar seu gato, voltando ao início do tratamento. Apesar do golpe, ela se recusou a desistir de seu sonho, e a haste em sua perna esquerda foi removida, em abril de 2014.



Em maio deste ano, o tratamento passou pela última etapa, e levou mais seis semanas até que Sanika pudesse andar sem ajuda alguma. "Antes da cirurgia eu nunca teria sonhado em falar com um homem. Eu nunca me senti atraente ou confiante para enfrentar o mundo. Agora, eu estou pronta para tentar um namoro virtual. Essa é a melhor coisa que já aconteceu para mim, mesmo que eu ainda tenha que ser cuidadosa. Eu faria tudo novamente em um piscar de olhos. Os últimos anos têm sido uma tortura, mas valeu a pena. Um dia, eu ainda poderei usar saltos altos", concluiu.





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