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Sul de Minas

Poços de Caldas perde verba de R$10 milhões para restaurar linha férrea

Publicado por TV Minas em 17/10/2017

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Município não cumpriu com prazos determinados pelo convênio firmado com a Codemig e perdeu recurso que seria liberado para a restauração.

Matéria extraída do G1

 

A Prefeitura de Poços de Caldas perdeu uma verba de R$ 10 milhões que iria receber em um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) para reformar o trem turístico da cidade. O dinheiro não foi liberado após o município perder alguns prazos que deveriam ser cumpridos durante o projeto. O dinheiro acabou voltando aos cofres do governo do estado.

 

O convênio para restaurar a linha férrea foi aberto em dezembro de 2016, mas os prazos do projeto que a prefeitura deveria enviar à Codemig venceram em setembro, e o dinheiro que seria utilizado no projeto não pôde ser liberado.

 

A linha foi inaugurada em 1886 pelo imperador Dom Pedro II e teve a última parte desativada na década de 1990. O projeto seria uma alternativa de reativar o passeio turístico na região.

 

 

Verba de R$ 10 milhões foi devolvida aos cofres do estado por não cumprimento de prazos.

 

 

O vice-refeito de Poços de Caldas justifica que a troca de administrações atrasou a execução do projeto e pediu, por meio de ofícios, a prorrogação do prazo da licitação.

 

Por meio de nota, a Codemig afirmou que a prefeitura não concluiu o processo licitatório e não apresentou os documentos que são imprescindíveis para o andamento do projeto. Com isso, os recursos não puderam ser repassados, nem mesmo a execução das obras. A Companhia diz ainda que a verba já foi disponibilizada para a realização de outros projetos.

Município não cumpriu com prazos determinados pelo convênio firmado com a Codemig e perdeu recurso que seria liberado para a restauração.

Matéria extraída do G1


 


A Prefeitura de Poços de Caldas perdeu uma verba de R$ 10 milhões que iria receber em um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) para reformar o trem turístico da cidade. O dinheiro não foi liberado após o município perder alguns prazos que deveriam ser cumpridos durante o projeto. O dinheiro acabou voltando aos cofres do governo do estado.


 


O convênio para restaurar a linha férrea foi aberto em dezembro de 2016, mas os prazos do projeto que a prefeitura deveria enviar à Codemig venceram em setembro, e o dinheiro que seria utilizado no projeto não pôde ser liberado.


 


A linha foi inaugurada em 1886 pelo imperador Dom Pedro II e teve a última parte desativada na década de 1990. O projeto seria uma alternativa de reativar o passeio turístico na região.


 


PATROCINADORES

 



Verba de R$ 10 milhões foi devolvida aos cofres do estado por não cumprimento de prazos.


 


 


O vice-refeito de Poços de Caldas justifica que a troca de administrações atrasou a execução do projeto e pediu, por meio de ofícios, a prorrogação do prazo da licitação.


 


Por meio de nota, a Codemig afirmou que a prefeitura não concluiu o processo licitatório e não apresentou os documentos que são imprescindíveis para o andamento do projeto. Com isso, os recursos não puderam ser repassados, nem mesmo a execução das obras. A Companhia diz ainda que a verba já foi disponibilizada para a realização de outros projetos.


Município não cumpriu com prazos determinados pelo convênio firmado com a Codemig e perdeu recurso que seria liberado para a restauração.

Matéria extraída do G1



A Prefeitura de Poços de Caldas perdeu uma verba de R$ 10 milhões que iria receber em um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) para reformar o trem turístico da cidade. O dinheiro não foi liberado após o município perder alguns prazos que deveriam ser cumpridos durante o projeto. O dinheiro acabou voltando aos cofres do governo do estado.



O convênio para restaurar a linha férrea foi aberto em dezembro de 2016, mas os prazos do projeto que a prefeitura deveria enviar à Codemig venceram em setembro, e o dinheiro que seria utilizado no projeto não pôde ser liberado.



PATROCINADORES

A linha foi inaugurada em 1886 pelo imperador Dom Pedro II e teve a última parte desativada na década de 1990. O projeto seria uma alternativa de reativar o passeio turístico na região.





PATROCINADORES

Verba de R$ 10 milhões foi devolvida aos cofres do estado por não cumprimento de prazos.



O vice-refeito de Poços de Caldas justifica que a troca de administrações atrasou a execução do projeto e pediu, por meio de ofícios, a prorrogação do prazo da licitação.



Por meio de nota, a Codemig afirmou que a prefeitura não concluiu o processo licitatório e não apresentou os documentos que são imprescindíveis para o andamento do projeto. Com isso, os recursos não puderam ser repassados, nem mesmo a execução das obras. A Companhia diz ainda que a verba já foi disponibilizada para a realização de outros projetos.



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