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Milhares protestam em Barcelona contra prisão de líderes catalães

Publicado por TV Minas em 18/10/2017

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Jordi Cuixart e Jordi Sánchez foram presos sob acusações de sedição.

 

Cerca de 200.000 pessoas se reuniram em Barcelona nesta terça-feira à noite para protestar contra a prisão de dois influentes líderes separatistas da Catalunha, em meio a uma crise inflamada entre o governo regional e o da Espanha.

 

Aos gritos de “independência” e segurando velas, a multidão marchou pelo centro da cidade para reivindicar a libertação de Jordi Cuixart e Jordi Sánchez, das organizações Òmnium Cultural e Assembleia Nacional Catalã (ANC) e presos sob acusações de sedição na segunda-feira.

 

A manifestação desta noite foi o ponto alto de um dia de mobilizações. Ao meio-dia, milhares de funcionários abandonaram seus postos de trabalho em Barcelona e outras localidades catalãs para exigir em silêncio “a libertação dos presos políticos”.

 

Também ao meio-dia, na praça de Sant Jaume, o presidente catalão, Carles Puigdemont, e parte de seu governo se uniram aos manifestantes, que gritavam “liberdade”, “independência” e “repressão não é a solução”. A prefeitura de Barcelona suspendeu as atividades até quinta-feira “em solidariedade” aos detidos, anunciou a prefeita Ada Colau.

 

Cuixart e Sánchez foram presos à espera de um possível julgamento pela juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional, suspeitos de convocar, dirigir e incitar um protesto contra operações da Guarda Civil em 20 de setembro em Barcelona. O crime de sedição pode acarretar em até 15 anos de prisão. No mesmo caso estão imputados o chefe da polícia catalã, Josep Lluís Trapero, e uma subalterna sua, Teresa Laplana, que seguirão em liberdade, mas não podem deixar o país.

 

As próximas 48 horas são cruciais para o futuro do conflito entre os Executivos de Madri e Barcelona. Òmnium e ANC convocaram uma grande manifestação para sábado, às 17h00 (13h00 de Brasília), na cidade.

 

 

Suspensão judicial

 

Também nesta terça, o Tribunal Constitucional espanhol anulou definitivamente a lei catalã com a qual o Parlamento local convocou o referendo de independência de 1º de outubro, momento em que se descontrolaram os acontecimentos que afundaram a Espanha em sua pior crise política dos últimos 40 anos.

 

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, deu até quinta-feira para o presidente catalão esclarecer se declarou ou não a independência na semana passada, pergunta que respondeu de forma ambígua na segunda-feira, se limitando a oferecer uma proposta de diálogos com Madri.

 

Em uma ligação com Rajoy, a primeira-ministra britânica Theresa May assegurou que o Reino Unido não vai reconhecer uma declaração de independência da Catalunha. “A primeira-ministra reiterou que o Reino Unido considera que o referendo não tem base legal e que qualquer declaração unilateral de independência seria incompatível com o Estado de direito”, informou um porta-voz de May depois da conversa.

Jordi Cuixart e Jordi Sánchez foram presos sob acusações de sedição.


 


Cerca de 200.000 pessoas se reuniram em Barcelona nesta terça-feira à noite para protestar contra a prisão de dois influentes líderes separatistas da Catalunha, em meio a uma crise inflamada entre o governo regional e o da Espanha.


 


Aos gritos de “independência” e segurando velas, a multidão marchou pelo centro da cidade para reivindicar a libertação de Jordi Cuixart e Jordi Sánchez, das organizações Òmnium Cultural e Assembleia Nacional Catalã (ANC) e presos sob acusações de sedição na segunda-feira.


 


A manifestação desta noite foi o ponto alto de um dia de mobilizações. Ao meio-dia, milhares de funcionários abandonaram seus postos de trabalho em Barcelona e outras localidades catalãs para exigir em silêncio “a libertação dos presos políticos”.


 


Também ao meio-dia, na praça de Sant Jaume, o presidente catalão, Carles Puigdemont, e parte de seu governo se uniram aos manifestantes, que gritavam “liberdade”, “independência” e “repressão não é a solução”. A prefeitura de Barcelona suspendeu as atividades até quinta-feira “em solidariedade” aos detidos, anunciou a prefeita Ada Colau.


 


Cuixart e Sánchez foram presos à espera de um possível julgamento pela juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional, suspeitos de convocar, dirigir e incitar um protesto contra operações da Guarda Civil em 20 de setembro em Barcelona. O crime de sedição pode acarretar em até 15 anos de prisão. No mesmo caso estão imputados o chefe da polícia catalã, Josep Lluís Trapero, e uma subalterna sua, Teresa Laplana, que seguirão em liberdade, mas não podem deixar o país.


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As próximas 48 horas são cruciais para o futuro do conflito entre os Executivos de Madri e Barcelona. Òmnium e ANC convocaram uma grande manifestação para sábado, às 17h00 (13h00 de Brasília), na cidade.


 


 


Suspensão judicial


 


Também nesta terça, o Tribunal Constitucional espanhol anulou definitivamente a lei catalã com a qual o Parlamento local convocou o referendo de independência de 1º de outubro, momento em que se descontrolaram os acontecimentos que afundaram a Espanha em sua pior crise política dos últimos 40 anos.


 


O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, deu até quinta-feira para o presidente catalão esclarecer se declarou ou não a independência na semana passada, pergunta que respondeu de forma ambígua na segunda-feira, se limitando a oferecer uma proposta de diálogos com Madri.


 


Em uma ligação com Rajoy, a primeira-ministra britânica Theresa May assegurou que o Reino Unido não vai reconhecer uma declaração de independência da Catalunha. “A primeira-ministra reiterou que o Reino Unido considera que o referendo não tem base legal e que qualquer declaração unilateral de independência seria incompatível com o Estado de direito”, informou um porta-voz de May depois da conversa.


Jordi Cuixart e Jordi Sánchez foram presos sob acusações de sedição.



Cerca de 200.000 pessoas se reuniram em Barcelona nesta terça-feira à noite para protestar contra a prisão de dois influentes líderes separatistas da Catalunha, em meio a uma crise inflamada entre o governo regional e o da Espanha.



Aos gritos de “independência” e segurando velas, a multidão marchou pelo centro da cidade para reivindicar a libertação de Jordi Cuixart e Jordi Sánchez, das organizações Òmnium Cultural e Assembleia Nacional Catalã (ANC) e presos sob acusações de sedição na segunda-feira.



A manifestação desta noite foi o ponto alto de um dia de mobilizações. Ao meio-dia, milhares de funcionários abandonaram seus postos de trabalho em Barcelona e outras localidades catalãs para exigir em silêncio “a libertação dos presos políticos”.



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Também ao meio-dia, na praça de Sant Jaume, o presidente catalão, Carles Puigdemont, e parte de seu governo se uniram aos manifestantes, que gritavam “liberdade”, “independência” e “repressão não é a solução”. A prefeitura de Barcelona suspendeu as atividades até quinta-feira “em solidariedade” aos detidos, anunciou a prefeita Ada Colau.



Cuixart e Sánchez foram presos à espera de um possível julgamento pela juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional, suspeitos de convocar, dirigir e incitar um protesto contra operações da Guarda Civil em 20 de setembro em Barcelona. O crime de sedição pode acarretar em até 15 anos de prisão. No mesmo caso estão imputados o chefe da polícia catalã, Josep Lluís Trapero, e uma subalterna sua, Teresa Laplana, que seguirão em liberdade, mas não podem deixar o país.



As próximas 48 horas são cruciais para o futuro do conflito entre os Executivos de Madri e Barcelona. Òmnium e ANC convocaram uma grande manifestação para sábado, às 17h00 (13h00 de Brasília), na cidade.



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Também nesta terça, o Tribunal Constitucional espanhol anulou definitivamente a lei catalã com a qual o Parlamento local convocou o referendo de independência de 1º de outubro, momento em que se descontrolaram os acontecimentos que afundaram a Espanha em sua pior crise política dos últimos 40 anos.



O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, deu até quinta-feira para o presidente catalão esclarecer se declarou ou não a independência na semana passada, pergunta que respondeu de forma ambígua na segunda-feira, se limitando a oferecer uma proposta de diálogos com Madri.



Em uma ligação com Rajoy, a primeira-ministra britânica Theresa May assegurou que o Reino Unido não vai reconhecer uma declaração de independência da Catalunha. “A primeira-ministra reiterou que o Reino Unido considera que o referendo não tem base legal e que qualquer declaração unilateral de independência seria incompatível com o Estado de direito”, informou um porta-voz de May depois da conversa.



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