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Sul de Minas

Crianças mantém tradição e pedem 'Ano Bom' nas ruas de Ouro Fino

Publicado por TV Minas em 01/01/2016

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Prática centenária promete prosperidade a quem dá doces no 1º de janeiro. Moradores e comerciantes acreditam nos bons votos feitos pelos pequenos.

 

O Ano Novo começou literalmente doce em Ouro Fino (MG). Moradores da cidade mantém uma tradição que já atravessa gerações. Bem cedo, as crianças vão às ruas e pedem o “Ano Bom”, para ganhar guloseimas. Elas percorrem casas e comércios na cidade.

 

A tradição teve início com os imigrantes italianos no começo do século passado. Para muitos moradores, dar balas, doces ou até mesmo dinheiro para as crianças significa ter um ano cheio de prosperidade.

 

A professora Neusa Fonseca de Almeida foi dormir tarde, mas às 6h já estava na porta da casa para distribuir 150 pirulitos. “A tradição não pode morrer. A gente tem que fazer o ano ser bom”, disse.

 

E quem ganha, comemora. “Você deseja para a pessoa muita saúde, vida, amor e paz e ela dá o que tem, dinheiro e bala”, comentou Caíque Matos Pereira, de 13 anos.

 

Para atrair a tão desejada prosperidade, os comerciantes também participam. Por isso, pelo menos uma vez por ano, o chocolate na padaria em que a Regiane Mota trabalha é de graça.

 

“Eu gosto de ver a alegria da criançada, de acordar cedo, bater de porta em porta, para pegar o doce deles e fazer a própria felicidade”, destacou.

 

E mesmo quem ainda não consegue correr para encher a sacola de doces, ganha, como o  pequeno Davi, de 9 meses. “Ele ganhou o primeiro Ano Bom. Eu estou trazendo ele porque eu vinha quando era pequena”, disse a mãe, Ana Cláudia de Souza Vaz.

 

Desta forma, a tradição é mantida. A estudante Jéssica Bernardo, que antes ganhava doces, hoje faz questão de distribuir. “É algo bom de fazer, tanto dar como receber e já começamos o ano com o pé direito”, completou.

Prática centenária promete prosperidade a quem dá doces no 1º de janeiro. Moradores e comerciantes acreditam nos bons votos feitos pelos pequenos.


 


O Ano Novo começou literalmente doce em Ouro Fino (MG). Moradores da cidade mantém uma tradição que já atravessa gerações. Bem cedo, as crianças vão às ruas e pedem o “Ano Bom”, para ganhar guloseimas. Elas percorrem casas e comércios na cidade.


 


A tradição teve início com os imigrantes italianos no começo do século passado. Para muitos moradores, dar balas, doces ou até mesmo dinheiro para as crianças significa ter um ano cheio de prosperidade.


 


A professora Neusa Fonseca de Almeida foi dormir tarde, mas às 6h já estava na porta da casa para distribuir 150 pirulitos. “A tradição não pode morrer. A gente tem que fazer o ano ser bom”, disse.


 


PATROCINADORES

E quem ganha, comemora. “Você deseja para a pessoa muita saúde, vida, amor e paz e ela dá o que tem, dinheiro e bala”, comentou Caíque Matos Pereira, de 13 anos.


 


Para atrair a tão desejada prosperidade, os comerciantes também participam. Por isso, pelo menos uma vez por ano, o chocolate na padaria em que a Regiane Mota trabalha é de graça.


 


“Eu gosto de ver a alegria da criançada, de acordar cedo, bater de porta em porta, para pegar o doce deles e fazer a própria felicidade”, destacou.


 


E mesmo quem ainda não consegue correr para encher a sacola de doces, ganha, como o  pequeno Davi, de 9 meses. “Ele ganhou o primeiro Ano Bom. Eu estou trazendo ele porque eu vinha quando era pequena”, disse a mãe, Ana Cláudia de Souza Vaz.


 


Desta forma, a tradição é mantida. A estudante Jéssica Bernardo, que antes ganhava doces, hoje faz questão de distribuir. “É algo bom de fazer, tanto dar como receber e já começamos o ano com o pé direito”, completou.


Prática centenária promete prosperidade a quem dá doces no 1º de janeiro. Moradores e comerciantes acreditam nos bons votos feitos pelos pequenos.



O Ano Novo começou literalmente doce em Ouro Fino (MG). Moradores da cidade mantém uma tradição que já atravessa gerações. Bem cedo, as crianças vão às ruas e pedem o “Ano Bom”, para ganhar guloseimas. Elas percorrem casas e comércios na cidade.



A tradição teve início com os imigrantes italianos no começo do século passado. Para muitos moradores, dar balas, doces ou até mesmo dinheiro para as crianças significa ter um ano cheio de prosperidade.



PATROCINADORES

A professora Neusa Fonseca de Almeida foi dormir tarde, mas às 6h já estava na porta da casa para distribuir 150 pirulitos. “A tradição não pode morrer. A gente tem que fazer o ano ser bom”, disse.



E quem ganha, comemora. “Você deseja para a pessoa muita saúde, vida, amor e paz e ela dá o que tem, dinheiro e bala”, comentou Caíque Matos Pereira, de 13 anos.



PATROCINADORES

Para atrair a tão desejada prosperidade, os comerciantes também participam. Por isso, pelo menos uma vez por ano, o chocolate na padaria em que a Regiane Mota trabalha é de graça.



“Eu gosto de ver a alegria da criançada, de acordar cedo, bater de porta em porta, para pegar o doce deles e fazer a própria felicidade”, destacou.



E mesmo quem ainda não consegue correr para encher a sacola de doces, ganha, como o  pequeno Davi, de 9 meses. “Ele ganhou o primeiro Ano Bom. Eu estou trazendo ele porque eu vinha quando era pequena”, disse a mãe, Ana Cláudia de Souza Vaz.



Desta forma, a tradição é mantida. A estudante Jéssica Bernardo, que antes ganhava doces, hoje faz questão de distribuir. “É algo bom de fazer, tanto dar como receber e já começamos o ano com o pé direito”, completou.



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