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Sul de Minas

Fernão Dias vira ‘corredor do queijo’ entre o Sul de Minas e São Paulo

Publicado por TV Minas em 03/01/2016

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Lojas e mercearias vendem diferentes tipos de queijos e atraem viajantes. Minas, frescal, temperado e requeijão são algumas das variedades.

 

Uma das estradas mais importantes do país e a principal ligação entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, a Rodovia Fernão Dias se transformou em um ‘corredor do queijo’. Quem passa pela estrada encontra várias queijarias e a oportunidade de levar uma lembrança mineira para outras cidades.

 

A estrada tem 315 km somente no Sul de Minas e é difícil passar pelo trecho sem ver uma queijaria. Às margens da pista, a maioria oferece queijos do tipo prato, mussarela, meia cura, canastra, frescal e também requeijão. No ano passado, o comerciante Daniel Theodoro resolveu apostar no negócio e abriu uma venda de queijo no trecho de Campanha. A iniciativa deu certo.  “O que mais sai é o queijo meia cura minas padrão. É o carro chefe da loja”, contou.

 

 

Queijarias fazem sucesso entre viajantes na Fernão Dias.

 

 

A pensionista Matilde Eliza Vieira Gonçalves Simões é mineira de Barão de Cocais (MG), mas vive em Santos (SP) há mais de 10 anos. Ela veio passar as festas de fim de ano na região e na volta, não deixou de levar queijo para casa. “Eu estava passando, conhecendo outros tipos de queijo, porque eu sempre levo para os amigos e vizinhos”, contou.

 

Diferente da queijaria de Theodoro, a do empresário Eduardo Estegman tem como especialidade o queijo misto. São quatro tipos em uma só embalagem. “A vantagem é que a pessoa pode experimentar quatro tipos pagando somente uma peça e aí ela define qual mais gosta”, explicou.

 

A procura pelos queijos é tanta que a loja já tem até kit viagem onde é possível levar um de cada tipo. Mas, o campeão de vendas acaba sendo o frescal. Quem comprova isso é a engenheira civil Jéssica Rodrigues, que está levando vários. “Sempre que eu venho para Minas, tenho que levar para os meus amigos e parentes. Saio daqui com muito queijo mesmo”, disse.

 

Já em Cambuí está localizada uma das casas de queijo mais antigas. Tudo produzido por eles mesmos.  E segundo os vendedores, dá uma briga boa para saber quem consome mais: mineiros ou paulistas. Segundo a comerciante Edilaine Cristina Rodrigues, apesar disso, são os paulistas que consomem mais queijo. “O mineiro come, mas quem compra mais é o paulista”, brincou.

 

 

Em 315 km da Fernão Dias entre o Sul de MG e SP, várias queijarias atraem turistas.

Lojas e mercearias vendem diferentes tipos de queijos e atraem viajantes. Minas, frescal, temperado e requeijão são algumas das variedades.


 


Uma das estradas mais importantes do país e a principal ligação entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, a Rodovia Fernão Dias se transformou em um ‘corredor do queijo’. Quem passa pela estrada encontra várias queijarias e a oportunidade de levar uma lembrança mineira para outras cidades.


 


A estrada tem 315 km somente no Sul de Minas e é difícil passar pelo trecho sem ver uma queijaria. Às margens da pista, a maioria oferece queijos do tipo prato, mussarela, meia cura, canastra, frescal e também requeijão. No ano passado, o comerciante Daniel Theodoro resolveu apostar no negócio e abriu uma venda de queijo no trecho de Campanha. A iniciativa deu certo.  “O que mais sai é o queijo meia cura minas padrão. É o carro chefe da loja”, contou.


 


 


Queijarias fazem sucesso entre viajantes na Fernão Dias.


 


 


PATROCINADORES

A pensionista Matilde Eliza Vieira Gonçalves Simões é mineira de Barão de Cocais (MG), mas vive em Santos (SP) há mais de 10 anos. Ela veio passar as festas de fim de ano na região e na volta, não deixou de levar queijo para casa. “Eu estava passando, conhecendo outros tipos de queijo, porque eu sempre levo para os amigos e vizinhos”, contou.


 


Diferente da queijaria de Theodoro, a do empresário Eduardo Estegman tem como especialidade o queijo misto. São quatro tipos em uma só embalagem. “A vantagem é que a pessoa pode experimentar quatro tipos pagando somente uma peça e aí ela define qual mais gosta”, explicou.


 


A procura pelos queijos é tanta que a loja já tem até kit viagem onde é possível levar um de cada tipo. Mas, o campeão de vendas acaba sendo o frescal. Quem comprova isso é a engenheira civil Jéssica Rodrigues, que está levando vários. “Sempre que eu venho para Minas, tenho que levar para os meus amigos e parentes. Saio daqui com muito queijo mesmo”, disse.


 


Já em Cambuí está localizada uma das casas de queijo mais antigas. Tudo produzido por eles mesmos.  E segundo os vendedores, dá uma briga boa para saber quem consome mais: mineiros ou paulistas. Segundo a comerciante Edilaine Cristina Rodrigues, apesar disso, são os paulistas que consomem mais queijo. “O mineiro come, mas quem compra mais é o paulista”, brincou.


 


 


Em 315 km da Fernão Dias entre o Sul de MG e SP, várias queijarias atraem turistas.


Lojas e mercearias vendem diferentes tipos de queijos e atraem viajantes. Minas, frescal, temperado e requeijão são algumas das variedades.



Uma das estradas mais importantes do país e a principal ligação entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, a Rodovia Fernão Dias se transformou em um ‘corredor do queijo’. Quem passa pela estrada encontra várias queijarias e a oportunidade de levar uma lembrança mineira para outras cidades.



A estrada tem 315 km somente no Sul de Minas e é difícil passar pelo trecho sem ver uma queijaria. Às margens da pista, a maioria oferece queijos do tipo prato, mussarela, meia cura, canastra, frescal e também requeijão. No ano passado, o comerciante Daniel Theodoro resolveu apostar no negócio e abriu uma venda de queijo no trecho de Campanha. A iniciativa deu certo.  “O que mais sai é o queijo meia cura minas padrão. É o carro chefe da loja”, contou.



PATROCINADORES

Queijarias fazem sucesso entre viajantes na Fernão Dias.



A pensionista Matilde Eliza Vieira Gonçalves Simões é mineira de Barão de Cocais (MG), mas vive em Santos (SP) há mais de 10 anos. Ela veio passar as festas de fim de ano na região e na volta, não deixou de levar queijo para casa. “Eu estava passando, conhecendo outros tipos de queijo, porque eu sempre levo para os amigos e vizinhos”, contou.



PATROCINADORES

Diferente da queijaria de Theodoro, a do empresário Eduardo Estegman tem como especialidade o queijo misto. São quatro tipos em uma só embalagem. “A vantagem é que a pessoa pode experimentar quatro tipos pagando somente uma peça e aí ela define qual mais gosta”, explicou.



A procura pelos queijos é tanta que a loja já tem até kit viagem onde é possível levar um de cada tipo. Mas, o campeão de vendas acaba sendo o frescal. Quem comprova isso é a engenheira civil Jéssica Rodrigues, que está levando vários. “Sempre que eu venho para Minas, tenho que levar para os meus amigos e parentes. Saio daqui com muito queijo mesmo”, disse.



Já em Cambuí está localizada uma das casas de queijo mais antigas. Tudo produzido por eles mesmos.  E segundo os vendedores, dá uma briga boa para saber quem consome mais: mineiros ou paulistas. Segundo a comerciante Edilaine Cristina Rodrigues, apesar disso, são os paulistas que consomem mais queijo. “O mineiro come, mas quem compra mais é o paulista”, brincou.



Em 315 km da Fernão Dias entre o Sul de MG e SP, várias queijarias atraem turistas.



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