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Ciência & Tecnologia

Cientista busca 'vida eterna' e injeta bactérias de 3,5 milhões de anos

Publicado por TV Minas em 04/01/2016

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Um cientista russo, usando uma teoria controversa, injetou bactérias de 3,5 milhões de anos em seu corpo, com o objetivo de buscar a "vida eterna".

 

A bactéria foi encontrada no permafrost siberiano, e ele diz que agora está mais forte e nunca fica doente. Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia na Universidade Estadual de Moscou, diz que não teve nem gripe ao longo dos dois anos após a injeção.

 

As bactérias, denominadas Bacillus F, mantiveram-se vivas no permafrost durante milhões de anos. Os cientistas testaram-nas em ratos e células sanguíneas humanas, mas Brouchkov disse que decidiu se tornar uma cobaia para o experimento. “Comecei a trabalhar por mais tempo e sequer tive uma gripe durante os últimos dois anos”, disse ele ao The Siberian Times.

 

“Após experiências bem-sucedidas em ratos e moscas de fruta, eu pensei que seria interessante tentar a cultura bacteriana inativada. O permafrost é praticamente um descongelamento, e eu acho que essas bactérias acabam entrando no ambiente, indo para a água que abastece a população local. De fato, o povo Yakut estaria recebendo essas bactérias com a água, e até mesmo parecem viver mais tempo do que algumas outras nações. Portanto, não havia nenhum perigo para mim. Mas nós ainda não sabemos exatamente como ela funciona. Na verdade, nós não sabemos exatamente como funciona a aspirina, por exemplo, mas a produzimos”, completou ele.

 

A bactéria também poderia ser a chave para a fertilidade, pois permite que ratos fêmeas mais velhas reproduzam depois da idade normal. Descrevendo as descobertas como uma "sensação científica" e um "elixir da vida", o epidemiologista de Yakutsk, Dr. Viktor Chernyavsky, disse: “As bactérias fornecem substâncias biologicamente ativas durante toda a sua vida, que ativa o estado imunológico dos animais experimentais. Como resultado, ratos velhos não só começaram a ficar mais ativos, como também férteis”. Segundo ele, quando a bactéria for dada às pessoas, isso poderia causar uma melhora significativa na saúde, levando à descoberta de um "elixir da vida".

 

A bactéria foi descoberta em 2009 por Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia da Universidade Estadual de Moscou, em um antigo permafrost de Mammoth Mountain, na república de Sakha, também conhecida como Yakutsk, a maior região da Sibéria.

 

Brouchkov acredita que as bactérias realmente poderiam proteger os humanos. “Seria ótimo encontrar os mecanismos de proteção do envelhecimento, de danos e de doenças, e usá-los para lutar contra nosso envelhecimento. Este é a principal enigma da humanidade e eu acredito que temos de trabalhar para resolvê-lo. Agora nós temos uma chave, as antigas bactérias que os cientistas têm encontrado em um ambiente extremo e antigo”, disse ele.

 

 

Cientista busca 'vida eterna' e injeta bactérias de 3,5 milhões de anos.

Um cientista russo, usando uma teoria controversa, injetou bactérias de 3,5 milhões de anos em seu corpo, com o objetivo de buscar a "vida eterna".


 


A bactéria foi encontrada no permafrost siberiano, e ele diz que agora está mais forte e nunca fica doente. Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia na Universidade Estadual de Moscou, diz que não teve nem gripe ao longo dos dois anos após a injeção.


 


As bactérias, denominadas Bacillus F, mantiveram-se vivas no permafrost durante milhões de anos. Os cientistas testaram-nas em ratos e células sanguíneas humanas, mas Brouchkov disse que decidiu se tornar uma cobaia para o experimento. “Comecei a trabalhar por mais tempo e sequer tive uma gripe durante os últimos dois anos”, disse ele ao The Siberian Times.


 


“Após experiências bem-sucedidas em ratos e moscas de fruta, eu pensei que seria interessante tentar a cultura bacteriana inativada. O permafrost é praticamente um descongelamento, e eu acho que essas bactérias acabam entrando no ambiente, indo para a água que abastece a população local. De fato, o povo Yakut estaria recebendo essas bactérias com a água, e até mesmo parecem viver mais tempo do que algumas outras nações. Portanto, não havia nenhum perigo para mim. Mas nós ainda não sabemos exatamente como ela funciona. Na verdade, nós não sabemos exatamente como funciona a aspirina, por exemplo, mas a produzimos”, completou ele.


 


PATROCINADORES

A bactéria também poderia ser a chave para a fertilidade, pois permite que ratos fêmeas mais velhas reproduzam depois da idade normal. Descrevendo as descobertas como uma "sensação científica" e um "elixir da vida", o epidemiologista de Yakutsk, Dr. Viktor Chernyavsky, disse: “As bactérias fornecem substâncias biologicamente ativas durante toda a sua vida, que ativa o estado imunológico dos animais experimentais. Como resultado, ratos velhos não só começaram a ficar mais ativos, como também férteis”. Segundo ele, quando a bactéria for dada às pessoas, isso poderia causar uma melhora significativa na saúde, levando à descoberta de um "elixir da vida".


 


A bactéria foi descoberta em 2009 por Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia da Universidade Estadual de Moscou, em um antigo permafrost de Mammoth Mountain, na república de Sakha, também conhecida como Yakutsk, a maior região da Sibéria.


 


Brouchkov acredita que as bactérias realmente poderiam proteger os humanos. “Seria ótimo encontrar os mecanismos de proteção do envelhecimento, de danos e de doenças, e usá-los para lutar contra nosso envelhecimento. Este é a principal enigma da humanidade e eu acredito que temos de trabalhar para resolvê-lo. Agora nós temos uma chave, as antigas bactérias que os cientistas têm encontrado em um ambiente extremo e antigo”, disse ele.


 


 



Cientista busca 'vida eterna' e injeta bactérias de 3,5 milhões de anos.


Um cientista russo, usando uma teoria controversa, injetou bactérias de 3,5 milhões de anos em seu corpo, com o objetivo de buscar a "vida eterna".



A bactéria foi encontrada no permafrost siberiano, e ele diz que agora está mais forte e nunca fica doente. Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia na Universidade Estadual de Moscou, diz que não teve nem gripe ao longo dos dois anos após a injeção.



As bactérias, denominadas Bacillus F, mantiveram-se vivas no permafrost durante milhões de anos. Os cientistas testaram-nas em ratos e células sanguíneas humanas, mas Brouchkov disse que decidiu se tornar uma cobaia para o experimento. “Comecei a trabalhar por mais tempo e sequer tive uma gripe durante os últimos dois anos”, disse ele ao The Siberian Times.



PATROCINADORES

“Após experiências bem-sucedidas em ratos e moscas de fruta, eu pensei que seria interessante tentar a cultura bacteriana inativada. O permafrost é praticamente um descongelamento, e eu acho que essas bactérias acabam entrando no ambiente, indo para a água que abastece a população local. De fato, o povo Yakut estaria recebendo essas bactérias com a água, e até mesmo parecem viver mais tempo do que algumas outras nações. Portanto, não havia nenhum perigo para mim. Mas nós ainda não sabemos exatamente como ela funciona. Na verdade, nós não sabemos exatamente como funciona a aspirina, por exemplo, mas a produzimos”, completou ele.



A bactéria também poderia ser a chave para a fertilidade, pois permite que ratos fêmeas mais velhas reproduzam depois da idade normal. Descrevendo as descobertas como uma "sensação científica" e um "elixir da vida", o epidemiologista de Yakutsk, Dr. Viktor Chernyavsky, disse: “As bactérias fornecem substâncias biologicamente ativas durante toda a sua vida, que ativa o estado imunológico dos animais experimentais. Como resultado, ratos velhos não só começaram a ficar mais ativos, como também férteis”. Segundo ele, quando a bactéria for dada às pessoas, isso poderia causar uma melhora significativa na saúde, levando à descoberta de um "elixir da vida".



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A bactéria foi descoberta em 2009 por Anatoli Brouchkov, chefe do Departamento de Geocriologia da Universidade Estadual de Moscou, em um antigo permafrost de Mammoth Mountain, na república de Sakha, também conhecida como Yakutsk, a maior região da Sibéria.



Brouchkov acredita que as bactérias realmente poderiam proteger os humanos. “Seria ótimo encontrar os mecanismos de proteção do envelhecimento, de danos e de doenças, e usá-los para lutar contra nosso envelhecimento. Este é a principal enigma da humanidade e eu acredito que temos de trabalhar para resolvê-lo. Agora nós temos uma chave, as antigas bactérias que os cientistas têm encontrado em um ambiente extremo e antigo”, disse ele.





Cientista busca 'vida eterna' e injeta bactérias de 3,5 milhões de anos.



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