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Sul de Minas

Chuva abre cratera em rua e deixa moradores ilhados em Monte Sião

Publicado por TV Minas em 04/01/2016

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Galeria pluvial não suportou o volume de água e moradores ficaram ilhados. Prefeitura trocou tubulação e fez reforço do piso liberando a travessia.

 

A forte chuva que caiu neste domingo (3) em Monte Sião (MG) deixou cerca de 40 moradores ilhados. Parte da galeria pluvial da Rua Ângela Artuso cedeu com o volume de água, o que abriu uma cratera no local. A rua é a passagem de ligação entre os bairros rurais de Margiolo e Alves.

 

A chuva durou cerca de cinco horas, mas foi o suficiente para fazer com que o nível do Rio Alves subisse muito e quase transbordasse. Moradores registraram o momento em que a passagem não suportou a vazão da água.

 

Na manhã desta segunda-feira (4), funcionários da prefeitura e da Copasa, companhia responsável pelo abastecimento de água na cidade, foram ao local e utilizaram uma máquina para tentar solucionar o problema. A intenção era consertar a rede pluvial e, com isso, fazer com que a água fosse escoada novamente. Mas, como o acesso ao local é difícil, isso não foi possível.

 

Mais tarde, porém, as equipes conseguiram fazer a substituição da tubulação danificada e reforçar o piso, possibilitando que carros e pequenos caminhões pudessem sair do bairro.

 

Para o tecelão Márcio Eduardo Osti, a solução definitiva para o problema é a construção de uma ponte. “Acredito eu que pelo buraco que foi feito, que eles vão fazer uma ponte, mas até então tinha. É apenas uma manilha de ferro, como vocês estão vendo, e terra por cima”, diz.

 

A situação prejudicou a rotina de quem mora no local. Com a cratera, os moradores ficam sem acesso ao comércio. Tudo o que precisam ficou do lado oposto ao das residências.

 

O neto da costureira Arlete de Cássia Barroso, de seis meses, está com consulta médica agendada há um mês, mas como a família está ilhada no Bairro Alves, a avó não sabe se ele vai conseguir o atendimento. Ela afirma ainda que a travessia já ameaçava ceder e “que tinha uma rachadura ali fazia algum tempo já”.

 

 

Tubulação de alumínio cedeu com a força das chuvas.

Galeria pluvial não suportou o volume de água e moradores ficaram ilhados. Prefeitura trocou tubulação e fez reforço do piso liberando a travessia.


 


A forte chuva que caiu neste domingo (3) em Monte Sião (MG) deixou cerca de 40 moradores ilhados. Parte da galeria pluvial da Rua Ângela Artuso cedeu com o volume de água, o que abriu uma cratera no local. A rua é a passagem de ligação entre os bairros rurais de Margiolo e Alves.


 


A chuva durou cerca de cinco horas, mas foi o suficiente para fazer com que o nível do Rio Alves subisse muito e quase transbordasse. Moradores registraram o momento em que a passagem não suportou a vazão da água.


 


Na manhã desta segunda-feira (4), funcionários da prefeitura e da Copasa, companhia responsável pelo abastecimento de água na cidade, foram ao local e utilizaram uma máquina para tentar solucionar o problema. A intenção era consertar a rede pluvial e, com isso, fazer com que a água fosse escoada novamente. Mas, como o acesso ao local é difícil, isso não foi possível.


 


Mais tarde, porém, as equipes conseguiram fazer a substituição da tubulação danificada e reforçar o piso, possibilitando que carros e pequenos caminhões pudessem sair do bairro.


PATROCINADORES

 


Para o tecelão Márcio Eduardo Osti, a solução definitiva para o problema é a construção de uma ponte. “Acredito eu que pelo buraco que foi feito, que eles vão fazer uma ponte, mas até então tinha. É apenas uma manilha de ferro, como vocês estão vendo, e terra por cima”, diz.


 


A situação prejudicou a rotina de quem mora no local. Com a cratera, os moradores ficam sem acesso ao comércio. Tudo o que precisam ficou do lado oposto ao das residências.


 


O neto da costureira Arlete de Cássia Barroso, de seis meses, está com consulta médica agendada há um mês, mas como a família está ilhada no Bairro Alves, a avó não sabe se ele vai conseguir o atendimento. Ela afirma ainda que a travessia já ameaçava ceder e “que tinha uma rachadura ali fazia algum tempo já”.


 


 


Tubulação de alumínio cedeu com a força das chuvas.


Galeria pluvial não suportou o volume de água e moradores ficaram ilhados. Prefeitura trocou tubulação e fez reforço do piso liberando a travessia.



A forte chuva que caiu neste domingo (3) em Monte Sião (MG) deixou cerca de 40 moradores ilhados. Parte da galeria pluvial da Rua Ângela Artuso cedeu com o volume de água, o que abriu uma cratera no local. A rua é a passagem de ligação entre os bairros rurais de Margiolo e Alves.



A chuva durou cerca de cinco horas, mas foi o suficiente para fazer com que o nível do Rio Alves subisse muito e quase transbordasse. Moradores registraram o momento em que a passagem não suportou a vazão da água.



PATROCINADORES

Na manhã desta segunda-feira (4), funcionários da prefeitura e da Copasa, companhia responsável pelo abastecimento de água na cidade, foram ao local e utilizaram uma máquina para tentar solucionar o problema. A intenção era consertar a rede pluvial e, com isso, fazer com que a água fosse escoada novamente. Mas, como o acesso ao local é difícil, isso não foi possível.



Mais tarde, porém, as equipes conseguiram fazer a substituição da tubulação danificada e reforçar o piso, possibilitando que carros e pequenos caminhões pudessem sair do bairro.



Para o tecelão Márcio Eduardo Osti, a solução definitiva para o problema é a construção de uma ponte. “Acredito eu que pelo buraco que foi feito, que eles vão fazer uma ponte, mas até então tinha. É apenas uma manilha de ferro, como vocês estão vendo, e terra por cima”, diz.



PATROCINADORES

A situação prejudicou a rotina de quem mora no local. Com a cratera, os moradores ficam sem acesso ao comércio. Tudo o que precisam ficou do lado oposto ao das residências.



O neto da costureira Arlete de Cássia Barroso, de seis meses, está com consulta médica agendada há um mês, mas como a família está ilhada no Bairro Alves, a avó não sabe se ele vai conseguir o atendimento. Ela afirma ainda que a travessia já ameaçava ceder e “que tinha uma rachadura ali fazia algum tempo já”.



Tubulação de alumínio cedeu com a força das chuvas.



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