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Justiça intima Lula a depor na Operação Zelotes

Publicado por TV Minas em 05/01/2016

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras 11 pessoas foram intimidas nesta sexta-feira pela Justiça Federal a depor como testemunha de defesa do empresário Alexandre Paes dos Santos, O APS, um dos 16 acusados de participar do esquema de venda de medidas provisórias em benefício do setor automotivo.

 

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, autorizou Lula, o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho e o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), entre outros, a serem ouvidos em audiência programada para o dia 25 de janeiro como testemunhas de APS.

 

A Operação Zelotes é uma investigação contra um grupo de fabricantes de automóveis acusados de terem pagado propina durante o governo Lula em troca de vantagens fiscais.

 

A investigação é voltada a estabelecer o suposto pagamento de suborno para que o governo aprovasse, no dia 20 de novembro de 2009, o decreto que prorrogou até 2015 uma série de incentivos fiscais ao setor automotivo.

 

Em outubro passado, a empresa Touchdown Promoção de Eventos Esportivos, propriedade de Luis Claudio Lula da silva, um dos filhos de Lula, foi revistada pela Polícia Federal em uma das fases da mesma operação.

 

Sobre a citação do ex-presidente para depor como testemunha, o Instituto Lula, orientado pelo próprio, informou que não se pronunciará até ele ser notificado oficialmente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras 11 pessoas foram intimidas nesta sexta-feira pela Justiça Federal a depor como testemunha de defesa do empresário Alexandre Paes dos Santos, O APS, um dos 16 acusados de participar do esquema de venda de medidas provisórias em benefício do setor automotivo.


 


O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, autorizou Lula, o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho e o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), entre outros, a serem ouvidos em audiência programada para o dia 25 de janeiro como testemunhas de APS.


 


A Operação Zelotes é uma investigação contra um grupo de fabricantes de automóveis acusados de terem pagado propina durante o governo Lula em troca de vantagens fiscais.


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A investigação é voltada a estabelecer o suposto pagamento de suborno para que o governo aprovasse, no dia 20 de novembro de 2009, o decreto que prorrogou até 2015 uma série de incentivos fiscais ao setor automotivo.


 


Em outubro passado, a empresa Touchdown Promoção de Eventos Esportivos, propriedade de Luis Claudio Lula da silva, um dos filhos de Lula, foi revistada pela Polícia Federal em uma das fases da mesma operação.


 


Sobre a citação do ex-presidente para depor como testemunha, o Instituto Lula, orientado pelo próprio, informou que não se pronunciará até ele ser notificado oficialmente.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras 11 pessoas foram intimidas nesta sexta-feira pela Justiça Federal a depor como testemunha de defesa do empresário Alexandre Paes dos Santos, O APS, um dos 16 acusados de participar do esquema de venda de medidas provisórias em benefício do setor automotivo.



O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, autorizou Lula, o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho e o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), entre outros, a serem ouvidos em audiência programada para o dia 25 de janeiro como testemunhas de APS.



A Operação Zelotes é uma investigação contra um grupo de fabricantes de automóveis acusados de terem pagado propina durante o governo Lula em troca de vantagens fiscais.



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A investigação é voltada a estabelecer o suposto pagamento de suborno para que o governo aprovasse, no dia 20 de novembro de 2009, o decreto que prorrogou até 2015 uma série de incentivos fiscais ao setor automotivo.



Em outubro passado, a empresa Touchdown Promoção de Eventos Esportivos, propriedade de Luis Claudio Lula da silva, um dos filhos de Lula, foi revistada pela Polícia Federal em uma das fases da mesma operação.



Sobre a citação do ex-presidente para depor como testemunha, o Instituto Lula, orientado pelo próprio, informou que não se pronunciará até ele ser notificado oficialmente.



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